Trilhos

Galegos

De Galegos a La Fontañera (Rota do Contrabando do Café)

Entre a aldeia portuguesa de Galegos e a espanhola La Fontañera, o contrabando, principalmente de café, fazia parte das atividades do dia a dia, permitindo a difícil subsistência dos habitantes, num ambiente agreste e de solo muito pobre.
Apesar de as aldeias estarem muito próximas, distanciavam-nas as dificuldades do terreno. É por esta região granítica, muito bonita, que se desenvolve este trilho do contrabando, pelo Parque Natural da Serra de S. Mamede, do lado de cá, e Zona de Proteção de Aves, bem perto do Parque Natural Tajo Internacional, do lado de lá.
O percurso, que se inicia e termina em Galegos, passa por Pitaranha, Fuente Oscura – aldeia “quase fantasma” – e La Fontañera, povoação tão encostada à fronteira que uma das suas casas está do lado português. É um percurso de grande beleza paisagística e rural, por veredas e caminhos sinuosos, sempre acompanhados por sobreiros, muitas vezes confinado por antigos muros e altas paredes de granito, frequentemente “vigiado”, ao longe, pela cidade fortaleza de Marvão.
O trilho é muito agradável, equilibrado e acessível, mas apresenta alguns declives a vencer e o piso de pedra irregular, por vezes com passagem por grandes blocos, torna a progressão em algumas zonas um pouco mais difícil.

Pontos de Interesse

GALEGOS

Situada a 1 Km da linha da fronteira, Galegos é um pequeno aglomerado que se dedicava ao comércio de produtos consumidos pelo mercado espanhol. 

PITARANHA

Este lugar encontra-se numa zona muito frondosa e geograficamente rodeada por Espanha por todos os lados, exceto a sul. 

FUENTEOSCURA

Aglomerado espanhol junto à fronteira onde essencialmente se escondia o contrabando que era carregado às costas. A partir deste lugar os acessos melhoravam e tornava-se necessário vigiar caminhos e sendas, já que os carabineros aqui chegavam mais rapidamente. Hoje apenas subsistem de pé duas casas.

LA FONTAÑERA

A aldeia situa-se numa zona árida, imprópria para a prática da agricultura e com escassez de água, devendo a sua existência à prática do contrabando.

Fóios

De Fóios a Navasfrias (Rota do Contrabando)

Entre Fóios e Navasfrias, o percurso do contrabando atravessa uma bonita serra – a Serra das Mesas –, onde nasce o Rio Côa. Estas duas localidades, outrora bastante isoladas dentro dos países de que fazem parte, beneficiaram sempre de uma grande proximidade entre as suas gentes. De facto, as trocas comerciais de subsistência mantiveram-se ao longo dos tempos, apesar de, por vezes, apenas serem possíveis através do contrabando.
Os caminhos percorridos por este trilho, não circular, que faz a ligação entre estas duas localidades, não têm qualquer dificuldade, sendo na sua maior parte de piso de terra batida, por vezes com alguma pedra. A única dificuldade é a de vencer algumas subidas longas que caracterizam a primeira parte, na ascensão à bonita Serra das Mesas, onde, para além da bela paisagem envolvente, se pode admirar a pequena nascente do Rio Côa. A segunda parte, já em terras de Espanha, faz-se sempre por bom piso de terra, a descer suavemente, até à chegada a Navasfrias.
Apesar de Fóios ser a “terra da castanha”, a vegetação mais abundante no percurso do lado português é o pinheiro bravo, acompanhado de giestas. Já do lado espanhol, o caminho leva-nos por entre carvalhos e fetos, numa moldura de grande beleza.
É um percurso fácil e relativamente curto, mas de grande beleza natural e rural.

Pontos de Interesse

FÓIOS

Os Fóios, pertencentes ao concelho de Sabugal, inserem-se nas chamadas terras do Riba Côa, a uma altitude de 950m. 

NASCENTE DO CÔA

O Rio Côa nasce num local muito bonito, bastante próximo de Espanha, com vistas de grande alcance. 

NAVASFRIAS

Navasfrias é um município raiano de Espanha, situado no sudoeste da província de Salamanca, na Serra da Gata. 

EL BARDAL

Situado a apenas cerca de 500 m do centro urbano de Navasfrias, junto ao rio Águeda, o bonito parque El Bardal possui um Centro de Interpretação da Natureza.

Floresta Laurissilva

Pela Levada do Caldeirão Verde (e do Inferno)

Considerada uma das 7 Maravilhas Naturais de Portugal, a Floresta Laurissilva foi a vencedora na categoria de Florestas e Matas. E merecidamente, uma vez que esta floresta indígena da Madeira, de uma beleza ímpar, já desde 1999 que está classificada pela UNESCO como Património Natural da Humanidade. A Laurissilva madeirense ocupa uma área de cerca de 20% da ilha, nas encostas viradas a Norte. É precisamente nesta zona, perto de Santana, que se situa a Levada do Caldeirão Verde, um percurso simples mas espectacular pela beleza envolvente. E para alcançar as paisagens selvagens do interior da Ilha da Madeira, nada melhor do que percorrer as Levadas, esses canais de irrigação à volta das montanhas, construídos pelo Homem, muitos deles à mão nos primórdios do povoamento, que hoje percorrem mais de 2.000 km.
A floresta Laurissilva apresenta um aspecto uniforme, sempre verde ao longo de todo o ano, dado que a quase totalidade das árvores e dos arbustos que a compõem nunca perdem a folha. Entre as árvores, merecem especial destaque o Til, o Vinhático, o Loureiro e o Barbusano, todos da família das Lauráceas. Este trilho que acompanha a levada do Caldeirão Verde é pois de grande beleza em qualquer altura do ano.
O percurso inicia-se no Parque Florestal das Queimadas, a uma altitude pouco acima dos 900 m. Daí até ao Caldeirão Verde percorre-se um trilho muito bem preparado, com varandim de protecção, que passa por túneis e cascatas de água, com a distância total de 5,9 Km. A partir daí pode continuar-se um pouco mais, pela levada, sem varandim (!), até ao Caldeirão do Inferno, ou voltar para o local do início.
É um percurso muito fácil, quase plano (mais difícil e com subida íngreme caso pretenda atingir o Caldeirão do Inferno), que permite “sentir” a maravilhosa Floresta Laurissilva, com a presença constante da água, na levada e em quedas de água.

Pontos de Interesse

PARQUE DAS QUEIMADAS

O Parque Florestal das Queimadas é um bonito parque situado a 5 km de Santana, onde se pode observar a Floresta Laurissilva, através de vários percursos pedestres dominados por espécies arbóreas.

CALDEIRÃO DO INFERNO

O Caldeirão do Inferno, em pleno interior selvagem da Floresta Laurissilva.

Fátima

De Monsanto a Fátima

As Aparições de Fátima, iniciadas a 13 de Maio de 1917, são sem dúvida um dos acontecimentos marcantes da primeira República. O ambiente era conturbado em Portugal e no estrangeiro, com a Guerra Mundial em curso e a Revolução Russa iniciada a 23 de Fevereiro desse mesmo ano.
Os Caminhos de Fátima estão hoje definidos e marcados no terreno, com inúmeras setas azuis a indicar a direcção. Apresentamos aqui a última etapa do Caminho que sai de Lisboa, a bonita etapa serrana de Monsanto a Fátima, que atravessa o Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros.
É um percurso muito interessante, com bonita paisagem, de dificuldade média-alta, um pouco comprido e com expressivas subidas e descidas.

Pontos de Interesse

IGREJA MATRIZ MONSANTO

Templo Barroco datado do ano de 1768. Na frente são visíveis dois “nichos” com as imagens de N. Sra. da Conceição e S. João Baptista, assim como um baixo-relevo figurando o Espírito Santo. 

MIRADOURO SOBRE O POLJE

Este miradouro permite-nos visualizar o polje de Minde e as vilas de Mira e Minde. 

IGREJA MATRIZ DE MINDE

A Igreja de Nossa Senhora da Assunção ou Igreja Matriz de Minde é uma igreja com um bonito conjunto de azulejos dos séculos XVII e XVIII.

SANTUÁRIO DE FÁTIMA

O Santuário de Fátima é composto pela Capela das Aparições (construída em 1919 e reconstruída em 1922, após um atentado) e pela monumental Basílica de Nossa Senhora do Rosário, construída entre 1928 e 1953. 

Espichel

Do Castelo de Sesimbra ao Farol do Cabo Espichel

Este trilho, não circular, inicia-se no Castelo de Sesimbra e acompanha as arribas da costa marítima virada a sul, até ao Farol do Cabo Espichel. É um percurso variado e muito bonito, com zonas fáceis e outras um pouco mais exigentes.
Do Castelo inicia-se a descida por entre a vegetação, por trilho de pé posto, até ao Farol do Forte do Cavalo, junto ao porto de pesca de Sesimbra. A partir daí segue-se sempre pelas arribas, umas vezes por estradão de terra e outras por trilhos de pé posto bastante estreitos, passando pelo Forte da Baralha, até ao Farol do Cabo Espichel. Nessa zona pode ainda visitar-se o Santuário de Nossa Senhora do Cabo, com a Ermida da Memória e a Igreja do Séc.XVII, bem como as pegadas de dinossáurios da Pedra da Mua.

Pontos de Interesse

CASTELO DE SESIMBRA

Construído pelos mouros, foi conquistado por D. Afonso Henriques em 1165.

FORTE DE S.TEODÓSIO DA PONTA DO CAVALO

O Forte de São Teodósio da Ponta do Cavalo, também referido como Forte da Ponta do Cavalo ou Forte do Cavalo, ergue-se em posição dominante a oeste da baía de Sesimbra.

FORTE DE S.DOMINGOS DA BARALHA

Pequena fortificação do séc. XVII de forma rectangular, sobranceira ao mar.

FAROL DO CABO ESPICHEL

Inaugurado em 1790, era em 1865 alimentado por 17 candeeiros de azeite que garantiam um alcance luminoso de 13 milhas marítimas.

Ericeira

Microtrilho

Este percurso pedestre na vila piscatória (e turística) da Ericeira inicia-se e termina na Praia dos Pescadores, precisamente no local onde, no dia da Implantação da República, a Família Real embarcou para o exílio. É um percurso de grande beleza natural e paisagística, numa das mais bonitas povoações piscatórias do país, conjugando a beleza do mar com a vida urbana e a sua história.

Pontos de Interesse

PRAIA DOS PESCADORES

Também conhecida por Praia do Peixe, esta praia situa-se no porto de pesca, que durante séculos foi o centro de toda a actividade piscatória. 

ERMIDA DE S. SEBASTIÃO

Localizada no extremo Norte da Vila, sobre as ribas que dão para o mar, a ermida de São Sebastião apresenta uma forma hexagonal e de cúpula em gomos. 

IGREJA DA MISERICÓRDIA

A Igreja da Misericórdia foi erigida no século XVII, sobre a antiga Capela do Espírito Santo. Destaque para as pinturas do tecto de madeira e do coro. 

CAPELA DE SANTO ANTÓNIO

Conhecida também por Capela de Nossa Senhora da Boa Viagem, pouco se sabe sobre a sua história até ao século XVII. Foi em 1645 que passou a ser a Capela de Nossa Senhora da Boa Viagem.

CAPELA DE SANTA MARTA

A actual capela de Santa Marta foi erigida em 1706, no lugar da antiga Ermida de Nossa Senhora da Saúde, posteriormente Senhora das Necessidades. 

IGREJA DE S.PEDRO

A Igreja de São Pedro, igreja Matriz da Ericeira, era em 1466 uma capela, a Capela de São Pedro. A partir de 1658 foi várias vezes ampliada, até atingir a actual dimensão. 

FORTE DE NOSSA SRA. DA NATIVIDADE

Este forte foi construído em 1706, sob o reinado de Pedro II de Portugal, para defesa do porto de pesca e praia dos Pescadores, integrado na rede de fortes de defesa da costa contra ataques e incursões de piratas.

Douro (Quinta Nova)

Pela Quinta Nova (de Nossa Senhora do Carmo)

O Alto Douro Vinhateiro, Património Mundial da Unesco, é particularmente representativo da paisagem que caracteriza a Região Demarcada do Douro, a mais antiga região vitivinícola regulamentada do mundo. Esta paisagem cultural combina as encostas muito íngremes com a ação do Homem, através do cultivo da vinha em socalcos, evitando a erosão.É por esta paisagem de grande beleza que decorre o percurso pedestre, na Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo, entre o casario bem arranjado da quinta, o rio Douro e os pomares do século XVIII. É um percurso registado – PR 1/SBR –, que inclui variantes mais curtas e que percorre os caminhos de terra de acesso à vinha, disposta em socalcos, sempre virada para o rio Douro.O percurso é circular, com início e fim junto ao hotel e adega da quinta. É um percurso relativamente fácil, mas com declive acentuado a vencer desde o rio até à zona alta da quinta, junto ao antigo pomar oitocentista denominado Pomar de África, onde se acompanha até à azenha o ribeiro de Donelo, afluente do rio Douro. É um percurso para “sentir” a paisagem do vinho e o sempre presente Douro.

Pontos de Interesse

QUINTA NOVA DE N SRA CARMO

Casario da Quinta Nova, com o Hotel instalado em casa senhorial oitocentista, com a Adega datada originalmente de 1764 e ainda com a bonita e antiga Capela principal. 

CAPELA N. SRA. DO CARMO (RIO DOURO)

A Capela de Nossa Senhora do Carmo está situada junto ao Rio Douro, na Quinta Nova. Esta pequena capela, construída no século XVII junto à margem do rio Douro, alberga uma imagem em pedra da santa padroeira. 

MARCO POMBALINO (Quinta Nova – Douro)

Marco “Feitoria 1758”, colocado nessa data pela Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro. 

Cristo Rei

Do Cristo Rei a Cacilhas

Percurso urbano e ribeirinho na margem sul do Tejo, com magníficas vistas sobre Lisboa. Este percurso pedestre, fácil e curto, leva-nos a visitar Almada tanto a moderna como a antiga, passeando por sítios históricos e desfrutando de diversos miradouros com vistas soberbas sobre Lisboa e o rio. Tudo isto sem esquecer a movimentada Cacilhas, cais medieval que recebeu romeiros e viajantes e que desde o século XIX escoou a produção agrícola e industrial da margem sul do Tejo. É hoje ainda um importante cais de embarque nos inúmeros cacilheiros para Lisboa, mantendo um encanto muito próprio.
O local de início e fim do trilho domina toda a região, do cimo de um monte bastante elevado, sobranceiro ao rio, sobressaindo pela sua imponência monumental, religiosa e simbólica: O Cristo Rei. Até Cacilhas acompanha-se sempre o rio, vendo-o somente do alto dos miradouros, caminhando-se pelo interior de Almada, com passagem pelas ruas à volta do Chafariz que abastecia a antiga vila. O regresso faz-se pelo Cais do Ginjal, a acompanhar a margem esquerda do Tejo e os inúmeros pescadores na sua faina. A subida para a zona alta de Almada faz-se junto ao elevador da Boca do Vento, com passagem pelo espetacular miradouro da sua plataforma superior. Logo de seguida passa-se pela bela Casa da Cerca e sua envolvente, seguindo-se depois de volta ao Santuário.

Pontos de Interesse

CRISTO REI

Inaugurado em 17 de maio de 1959 com a presença de 300 mil pessoas, o Monumento ao Cristo Rei ergue-se num monte sobranceiro ao rio Tejo, a 113 m de altura. 

JARDIM DO CASTELO DE ALMADA

O Jardim do Castelo de Almada, construído no século XIX, constitui um ponto de grande interesse, não só por ser um pequeno jardim muito agradável e com um bonito coreto, mas também porque se localiza entre o Castelo de Almada, a Igreja de Santiago e um fabuloso miradouro sobre Lisboa e o rio Tejo.

CACILHAS RIBEIRINHA

O Largo de Alfredo Dinis assume-se como o centro da Cacilhas ribeirinha, com um encanto muito próprio, ainda hoje um importante cais de embarque nos cacilheiros. 

FONTE DA PIPA

Situada à beira do rio Tejo e enquadrada por uma pequena praia e pelo Jardim do Rio, a Fonte da Pipa foi mandada construir por D. João V em 1736. 

CASA DA CERCA

Situada sobre a falésia, no Centro Histórico de Almada, a Casa da Cerca é um miradouro privilegiado sobre o rio Tejo e Lisboa mas também um espaço de exposições dedicado à Arte Contemporânea. 

Cernache

Do Rabaçal a Cernache

Este trilho do Caminho de Santiago começa na Igreja do Rabaçal, pequena localidade muito conhecida pelo seu belíssimo queijo. Entre o Rabaçal e as famosas ruínas romanas de Conimbriga o caminho é muito bonito, caminhando-se por zonas agrícolas, por vezes entre muros, outras ao longo de linhas de água, outras ainda entre bosques e pastos. Passa-se por pequenas localidades, nomeadamente pelo Zambujal (sede de freguesia), Fonte Coberta e Poço das Casas. São pouco mais de 10 km de grande beleza e sem dificuldade de progressão.
A restante distância a percorrer até Cernache é comparativamente menos agradável de percorrer, uma vez que tem muito alcatrão e a pressão urbanística é maior com a proximidade de grandes centros, Condeixa-a-Nova e Coimbra.

Pontos de Interesse

IGREJA DO RABAÇAL

A Igreja Matriz do Rabaçal é hoje o resultado de diversas remodelações, tendo sido a mais representativa executada nos finais do Século XVIII. 

IGREJA MATRIZ N.SRA.CONCEIÇÃO

A Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, no Zambujal, aparece referida no “Catálogo de todas as igrejas e comendas que havia no reino em 1320 e 1321”. 

PONTE FILIPINA

Ponte construída entre 1636 e 1637, no reinado de Filipe III de Portugal (Filipe IV de Espanha).

CONIMBRIGA

Conimbriga foi habitada, pelo menos, entre o séc. IX a.C. e Sécs. VII-VIII, da nossa era. 

IGREJA MATRIZ DE CERNACHE

A Igreja Matriz de Cernache data do Séc. XV e é composta por três naves, enquadrando-se no estilo gótico. 

Cascais

Microtrilho

Pela sua importância para o tema (faz a ligação de três Faróis), pela sua beleza natural e pelo seu interesse turístico, é obrigatória a inclusão neste número deste pequeno percurso pedestre na zona de Cascais. Preparámos um MicroTrilho (6,4 km) muito fácil, sempre plano, que permite fazer a ligação entre o Farol do Cabo Raso e o Farol de Sta. Marta, passando pelo Farol da Guia. 
Este MicroTrilho, não circular, inicia-se assim no Farol do Cabo Raso e segue sempre a pedovia em direcção a Cascais. Acompanham-se as arribas com o mar do lado direito e as dunas do parque natural de Sintra-Cascais do lado esquerdo. Passa-se pelo bonito e totalmente restaurado Forte de S.Jorge de Oitavos, de seguida pelo Farol da Guia, terminando o passeio no Farol-museu de Santa Marta.

Pontos de Interesse

FAROL DO CABO RASO

O Farol do Cabo Raso está implantado no pequeno forte marítimo de S. Brás, que foi erguido com o objectivo de vigiar aquele trecho do litoral. 

FORTE DE S.JORGE DE OITAVOS

Construído entre 1642 e 1648, este forte era inicialmente conhecido como baluarte de Oito Ovos.

FAROL DA GUIA

Pensa-se que terá começado a funcionar em 1537. 

FAROL DE SANTA MARTA

Este farol situa-se num pequeno forte com o mesmo nome, erguido na década de 50 do século XVII.