itinerante

Grutas Mira de Aire

Da Fórnea às Grutas

O trilho leva-nos através do Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros, em pleno Maciço Calcário, com bonitas e agrestes paisagens, marcadas pelos seus tradicionais muros de pedra.
Com início no Centro de Actividades de Ar Livre de Alvados, este trilho encontra pouco depois o primeiro ponto de interesse: a espectacular estrutura geológica da Fórnea. Daqui volta-se por meia encosta (ou em alternativa faz-se a subida ao topo) da Costa de Alvados, com maravilhosas paisagens circundantes sobre o Planalto de Santo António, principalmente ao longo do Vale da Canada, por onde o trilho nos leva.
Depois de atravessada a N1349, desce-se por entre muros antigos e caminhos rurais até Chousos, a partir de onde se sobe até ao Alto dos Crutos, com a sua espectacular vista sobre o Polje de Mira-Minde, ao longe. A partir daqui, faz-se uma longa descida na Costa de Mira, a acompanhar as Lagoas de Minde e de Mira, até chegarmos ao Olho de Água. Depois de atravessar por entre o casario da localidade, chega-se à entrada das Grutas de Mira de Aire, o nosso destino. A não perder!

Pontos de Interesse

CENTRO ACTIVIDADES AR LIVRE

O Centro de Actividades de Ar Livre de Alvados é uma estrutura de apoio às actividades desportivas em contacto com a natureza.

FÓRNEA

A Fórnea é uma magnífica estrutura geológica, em anfiteatro, com cerca de 500 m de diâmetro e 250 m de altura e corresponde à cabeceira encaixada da Ribeira da Fórnea.

POLJE DE MIRA-MINDE

O Olho de água da Lagoa de Mira é uma das principais nascentes ocasionais do Polje, depressão fechada originada por erosão cársica onde se acumula água.

GRUTAS DE MIRA DE AIRE

As grutas de Mira de Aire, também conhecidas por Grutas dos Moinhos Velhos, foram descobertas em 1947 mas só na década de 50 foi possível conhecer totalmente o percurso que se encontra actualmente aberto ao público.

Grous

Em redor da Barragem dos Grous

Este percurso circular parte e termina no Monte de acolhimento da Herdade de Grous, onde se situa a adega, loja e restaurante. Fácil e sem declives, percorre a bela paisagem alentejana em redor dos quase 100 hectares da albufeira da barragem, eventualmente visitada pelos grous.No sentido dos ponteiros do relógio, inicia-se a caminhada pela vinha próxima, passa-se pelo equipamento hoteleiro da Herdade, depois pelo Monte principal, de seguida por pastagens, montado de sobro, pinhal, gado bovino, suíno, ovino e também veados, para terminar novamente pela vinha junto à adega.É um trilho muito interessante, fácil, que permite “viver” o ambiente alentejano, belo e preguiçoso. E no final não se pode esquecer a visita à adega e a prova dos muito premiados vinhos produzidos na Herdade, eventualmente acompanhados pela gastronomia local.

Pontos de Interesse

HERDADE DOS GROUS

A produção de grandes vinhos é a missão da Herdade dos Grous. Localizada em Albernoa, com cerca de 750 hectares, possui ainda produção pecuária de suínos, bovinos e ovinos, para além da agricultura, dos cavalos e da produção de azeite. 

MONTE PRINCIPAL – GROUS

Monte mais antigo da Herdade dos Grous, possui casario recentemente recuperado, com a Casa do Lago construída em anexo, para além de outros equipamentos hoteleiros. 

ALBUFEIRA DA HERDADE GROUS (norte)

Com mais de 150 anos, a barragem e a sua albufeira dominam a paisagem da Herdade dos Grous, ocupando uma área de cerca de 90 hectares. 

GR30-V.F.Xira

Do Forte da Carvalha ao Forte da Aguieira

Esta etapa do GR30, sempre a bordejar terras do concelho de Vila Franca de Xira, faz a ligação entre a 1ª e a 2ª Linhas de Torres Vedras. O percurso começa com uma linda vista a partir do imponente Forte da Carvalha e segue por zonas rurais e florestais, com passagem por vale pronunciado. Faz depois um desvio para visita ao Forte do Cego, outro bonito miradouro sobre a paisagem circundante. Segue-se passando por algumas pequenas aldeias e lugares, de onde se destaca a pequena e antiga Ermida de S. Romão. A parte final tem passagem por bastante alcatrão, mas somos largamente recompensados com a chegada à 2ª Linha, pela vista soberba dos Fortes da Portela Grande, Portela Pequena e Aguieira.
É um percurso muito bonito, acessível, sem desníveis muito acentuados.

Pontos de Interesse

FORTE DA CARVALHA

O Forte da Carvalha, em forma de “estrela”, apresenta uma tipologia arquitectónica das mais representativas destas estruturas militares. 

FORTE DO CEGO

Também conhecido por Forte de S. Sebastião, este forte tem uma vista privilegiada sobre todo o vale de Arruda, a partir dos seus 353 metros de altitude. 

ERMIDA DE S. ROMÃO

De fundação muito antiga, a igreja de uma só nave com entrada antecedida por pequeno alpendre situa-se no alto do lugar de S. Romão. 

FORTE DA PORTELA GRANDE

Os Fortes da Aguieira, da Portela Grande e Portela Pequena constituem 3 obras militares da 2ª Linha, articuladas entre si e envolvidas por uma trincheira. 

FORTE PORTELA PEQUENA

Assim como o Forte da Portela Grande, esta obra militar nº 42 tinha como objectivo estratégico central impedir, na vertente Oeste, o avanço do inimigo pela Estrada e, no flanco Este, vigiar o Tejo. 

FORTE DA AGUIEIRA

Este Forte da 2ª Linha, obra militar nº 40, tinha como objectivo estratégico central cobrir o Forte da Portela Grande e o Forte da Portela Pequena. 

GR30-Torres Vedras

Do Forte de S. Vicente ao Forte do Grilo

Esta é uma das etapas mais representativas do GR30, uma vez que se inicia e termina no Forte de S. Vicente, junto a Torres Vedras. Por altura da sua construção, esta era a localidade mais importante das Linhas Defensivas, situada numa posição central da 1ª Linha e perto da Serra do Socorro, o principal posto de sinais e de observação. 
Deixando para trás a vista privilegiada sobre a cidade, o percurso atravessa-a, passando pelo Castelo, pelo antigo e característico Chafariz dos Canos, pela linda Igreja de S. Pedro, pelo Convento da Graça, subindo depois para as colinas a oeste. A partir daí faz-se um périplo pelo Castro do Zambujal, por diversos fortes das Linhas de Torres e pelo bonito Convento do Varatojo. 
Caminha-se essencialmente por caminhos tradicionais e estradas de acesso a terrenos de cultivo, com paisagens maioritariamente agrícolas. É uma etapa bastante longa, circular, com diversos desníveis a vencer, apesar de não muito acentuados.

Pontos de Interesse

FORTE DE S. VICENTE

O Forte de São Vicente era o mais poderoso forte das Linhas de Torres. 

CASTELO DE TORRES VEDRAS

Após a primitiva ocupação do sítio pelos romanos, as primeiras muralhas terão sido construídas pelos árabes. 

CASTRO ZAMBUJAL

O Castro do Zambujal é um povoado fortificado da Idade do Cobre ou Calcolítico datado do 3.º milénio a.C. .

Forte do Grilo

Forte nº 30, 340 soldados com 3 peças de artilharia de calibre 12 e 1 peça de calibre 9. Possuía posto de sinais. 

CONVENTO DE SANTO ANTÓNIO, VARATOJO

Fundado em 1470, por voto e devoção do rei D. Afonso V à Ordem de S. Francisco, foi sendo ampliado ao longo dos séculos. 

GR30-Sobral

Da Sra. do Socorro ao Forte do Alqueidão

Este percurso inicia-se no cimo da Serra do Socorro, principal posto de sinais e ponto de observação das Linhas de Torres e termina no Grande Reduto do Sobral (Forte do Alqueidão), uma das mais importantes fortificações militares da primeira linha defensiva. É pois um dos troços do GR30 com mais significado histórico, maioritariamente em terras do concelho de Sobral de Monte Agraço.
O percurso desenvolve-se por entre montes e vales, paisagens agrícolas e florestais, por caminhos e por estradões de terra de acesso às muitas eólicas da região. O início e o fim do percurso são os pontos de maior interesse histórico mas também paisagístico, com vistas soberbas sobre a região.

Pontos de Interesse

Serra do Socorro

A serra do Socorro (394m) era o principal posto de sinais e ponto de observação das Linhas de Torres. 

Quinta dos Freixos

A Quinta dos Freixos, antiga Quinta do Barão de Manique, albergou, durante a terceira invasão francesa, em 1810, o quartel-general do comandante do exército anglo-luso, general Arthur Wellesley, duque de Wellington. 

Forte do Alqueidão

O Grande Reduto do Sobral, também conhecido por Forte do Alqueidão, obra militar nº 14, era uma das mais importantes fortificações militares da primeira linha. 

GR30-Mafra

Do Forte do Zambujal a Ribamar

Esta etapa da Grande Rota liga o núcleo mais a sul de toda a 2ª Linha Defensiva de Torres Vedras com o local onde se situava o forte desta Linha mais próximo do mar, em Ribamar, com passagem por fortes de outras épocas. Inicia-se assim no Forte do Zambujal, espectacular pela forma como está recuperado, mas também pela sua localização, a dominar todo o vale da Ribeira de Cheleiros e do Rio Lisandro, com o mar ao longe. 
O percurso é muito bonito, primeiro através de profundos e férteis vales e depois sempre junto ao mar, com passagem por diversas praias, famosas pelo iodo e, mais recentemente, pelo surf e ainda pela bela vila piscatória e turística da Ericeira. É um percurso um pouco extenso, mas de grande beleza natural e paisagística.

Pontos de Interesse

Forte Zambujal

Situado junto à povoação de Zambujal-Casas Velhas, o forte do Zambujal defendia o desfiladeiro de Fonte Boa da Brincosa, o vale da Senhora do Ó e a Estrada da Carvoeira. 

Forte de S.Julião

Inserido no núcleo defensivo da Carvoeira, na 2ª Linha Defensiva, o forte de S. Julião situa-se sobre a praia da Foz do Lisandro.

FORTE DE NOSSA SRA. DA NATIVIDADE

Este forte foi construído em 1706, sob o reinado de Pedro II de Portugal, para defesa do porto de pesca e praia dos Pescadores, integrado na rede de fortes de defesa da costa contra ataques e incursões de piratas.

FORTE DE MIL REGOS

A construção do Forte de Mil Regos, ou de Milreu, ou de S. Pedro, remonta ao século XVII, no contexto da Restauração da Independência, dele havendo notícia em 1675. 

FORTE DE STA. SUSANA

O Forte de Santa Susana foi mandado construir no século XVII, por ordem do Conde de Cantanhede, para defesa contra os piratas argelinos e tunisinos que atacavam esta zona costeira. 

GR30-Loures

Do Forte da Aguieira ao Forte de Montachique

Esta etapa do GR30 decorre inicialmente na fronteira entre os concelhos de Vila Franca de Xira e Loures, entrando depois, definitivamente, por terras de Loures. O local da partida tem vistas deslumbrantes, nos três fortes junto ao vértice da Aguieira: Fortes da Aguieira, da Portela Pequena e Portela Grande. 
O percurso segue por uma imponente cumeada natural, que se ergue sobre o desfiladeiro de Bucelas, para pouco depois do Moinho do Machado descer a encosta e vencer o vale do Rio Trancão. A subida para o planalto é bastante íngreme, mas compensada pela aproximação a outra zona da cumeada, depois de vencer novo desnível, junto ao Forte de Ribas. A cumeada leva-nos depois ao Forte do Mosqueiro e finalmente ao Forte de Montachique, dentro do bonito Parque Municipal.
É um percurso muito agradável de percorrer, de distância média, mas com alguns declives de inclinação acentuada.

Pontos de Interesse

FORTE DA AGUIEIRA

Este Forte da 2ª Linha, obra militar nº 40, tinha como objectivo estratégico central cobrir o Forte da Portela Grande e o Forte da Portela Pequena. 

FORTE PORTELA PEQUENA

Assim como o Forte da Portela Grande, esta obra militar nº 42 tinha como objectivo estratégico central impedir, na vertente Oeste, o avanço do inimigo pela Estrada e, no flanco Este, vigiar o Tejo. 

FORTE DA PORTELA GRANDE

Os Fortes da Aguieira, da Portela Grande e Portela Pequena constituem 3 obras militares da 2ª Linha, articuladas entre si e envolvidas por uma trincheira. 

FORTE DE RIBAS

Esta obra militar localiza-se numa linha de cumeada, que atinge uma cota acima dos 290 metros de altitude, protegido por uma vertente de forte inclinação. 

FORTE DO MOSQUEIRO

O Reduto do Mosqueiro localiza-se a uma cota de 337 metros de altitude e relativamente próximo de outras obras militares também da 2ª Linha de Torres, o Reduto de Montachique e o Reduto de Ribas. 

FORTE DE MONTACHIQUE

O Reduto de Montachique está incluído na 2.ª Linha de Torres. 

GR30-Arruda

Do Forte do Alqueidão ao Forte da Carvalha

Com início no Forte do Alqueidão, esta bonita etapa do GR30 passa pelos seus fortes de apoio, Simplício e Machado, seguindo pouco depois por terras do concelho de Arruda dos Vinhos, pela 1ª Linha Defensiva de Torres Vedras. Até ao Forte da Carvalha, com um horizonte a perder de vista do alto dos seus 394 metros, segue-se essencialmente por caminhos tradicionais, com uma paisagem rural muito característica desta região.
O percurso abandona o GR30 na zona do vértice geodésico da Batalha, para visita obrigatória ao Forte de Paço e Sítio Arqueológico do Castelo, continuando depois o seu rumo inicial, com passagem pela Louriceira e Carvalha. É um percurso muito acessível e bonito, sem desníveis pronunciados e não muito longo.

Pontos de Interesse

Forte do Alqueidão

O Grande Reduto do Sobral, também conhecido por Forte do Alqueidão, obra militar nº 14, era uma das mais importantes fortificações militares da primeira linha. 

FORTE DO SIMPLÍCIO

Situado na Serra do Olmeiro ou Montagraço, em conjunto com os fortes do Machado e do Trinta, dava apoio ao Forte do Alqueidão. 

FORTE DO MACHADO

Situado no plano frontal da encosta da Serra do Olmeiro ou Montagraço, fazia a defesa do Forte do Alqueidão. 

SíTIO ARQUEOLÓGICO DO CASTELO

O Sítio Arqueológico do Castelo situa-se no topo de uma escarpa rochosa, a uma altitude de 283 metros, sobranceiro à povoação do Paço e coincidente com o Forte do Passo, com capacidade para 120 soldados. 

FORTE DA CARVALHA

O Forte da Carvalha, em forma de “estrela”, apresenta uma tipologia arquitectónica das mais representativas destas estruturas militares. 

Galegos

De Galegos a La Fontañera (Rota do Contrabando do Café)

Entre a aldeia portuguesa de Galegos e a espanhola La Fontañera, o contrabando, principalmente de café, fazia parte das atividades do dia a dia, permitindo a difícil subsistência dos habitantes, num ambiente agreste e de solo muito pobre.
Apesar de as aldeias estarem muito próximas, distanciavam-nas as dificuldades do terreno. É por esta região granítica, muito bonita, que se desenvolve este trilho do contrabando, pelo Parque Natural da Serra de S. Mamede, do lado de cá, e Zona de Proteção de Aves, bem perto do Parque Natural Tajo Internacional, do lado de lá.
O percurso, que se inicia e termina em Galegos, passa por Pitaranha, Fuente Oscura – aldeia “quase fantasma” – e La Fontañera, povoação tão encostada à fronteira que uma das suas casas está do lado português. É um percurso de grande beleza paisagística e rural, por veredas e caminhos sinuosos, sempre acompanhados por sobreiros, muitas vezes confinado por antigos muros e altas paredes de granito, frequentemente “vigiado”, ao longe, pela cidade fortaleza de Marvão.
O trilho é muito agradável, equilibrado e acessível, mas apresenta alguns declives a vencer e o piso de pedra irregular, por vezes com passagem por grandes blocos, torna a progressão em algumas zonas um pouco mais difícil.

Pontos de Interesse

GALEGOS

Situada a 1 Km da linha da fronteira, Galegos é um pequeno aglomerado que se dedicava ao comércio de produtos consumidos pelo mercado espanhol. 

PITARANHA

Este lugar encontra-se numa zona muito frondosa e geograficamente rodeada por Espanha por todos os lados, exceto a sul. 

FUENTEOSCURA

Aglomerado espanhol junto à fronteira onde essencialmente se escondia o contrabando que era carregado às costas. A partir deste lugar os acessos melhoravam e tornava-se necessário vigiar caminhos e sendas, já que os carabineros aqui chegavam mais rapidamente. Hoje apenas subsistem de pé duas casas.

LA FONTAÑERA

A aldeia situa-se numa zona árida, imprópria para a prática da agricultura e com escassez de água, devendo a sua existência à prática do contrabando.

Fóios

De Fóios a Navasfrias (Rota do Contrabando)

Entre Fóios e Navasfrias, o percurso do contrabando atravessa uma bonita serra – a Serra das Mesas –, onde nasce o Rio Côa. Estas duas localidades, outrora bastante isoladas dentro dos países de que fazem parte, beneficiaram sempre de uma grande proximidade entre as suas gentes. De facto, as trocas comerciais de subsistência mantiveram-se ao longo dos tempos, apesar de, por vezes, apenas serem possíveis através do contrabando.
Os caminhos percorridos por este trilho, não circular, que faz a ligação entre estas duas localidades, não têm qualquer dificuldade, sendo na sua maior parte de piso de terra batida, por vezes com alguma pedra. A única dificuldade é a de vencer algumas subidas longas que caracterizam a primeira parte, na ascensão à bonita Serra das Mesas, onde, para além da bela paisagem envolvente, se pode admirar a pequena nascente do Rio Côa. A segunda parte, já em terras de Espanha, faz-se sempre por bom piso de terra, a descer suavemente, até à chegada a Navasfrias.
Apesar de Fóios ser a “terra da castanha”, a vegetação mais abundante no percurso do lado português é o pinheiro bravo, acompanhado de giestas. Já do lado espanhol, o caminho leva-nos por entre carvalhos e fetos, numa moldura de grande beleza.
É um percurso fácil e relativamente curto, mas de grande beleza natural e rural.

Pontos de Interesse

FÓIOS

Os Fóios, pertencentes ao concelho de Sabugal, inserem-se nas chamadas terras do Riba Côa, a uma altitude de 950m. 

NASCENTE DO CÔA

O Rio Côa nasce num local muito bonito, bastante próximo de Espanha, com vistas de grande alcance. 

NAVASFRIAS

Navasfrias é um município raiano de Espanha, situado no sudoeste da província de Salamanca, na Serra da Gata. 

EL BARDAL

Situado a apenas cerca de 500 m do centro urbano de Navasfrias, junto ao rio Águeda, o bonito parque El Bardal possui um Centro de Interpretação da Natureza.