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		<title>Nova Revista Itinerante nº 8</title>
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		<pubDate>Fri, 03 May 2013 14:36:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itinerante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[Já está nas bancas a nova Revista Itinerante - Por Trilhos do Enoturismo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2013/05/ItineranteR08_capa_peq1.jpg"><img src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2013/05/ItineranteR08_capa_peq1.jpg" alt="ItineranteR08_capa_peq" title="ItineranteR08_capa_peq" width="75" height="95" class="alignright size-full wp-image-3214" /></a>Já está nas bancas a nova Revista Itinerante &#8211; Por Trilhos do Enoturismo.<br />
No editorial escrito pelo diretor, Nuno Gama Nunes, pode ler-se:<br />
&#8220;Muito se escreveu já sobre vinhos. Faltava, no entanto, a visão Itinerante sobre este tema, a visão dos caminheiros que apreciam a história e a cultura das regiões por onde passeiam. E que história e cultura tem o vinho no nosso país!<br />
De norte a sul, ilhas incluídas, o vinho está presente nos hábitos alimentares dos portugueses desde os tempos mais remotos e muito tem contribuído para a economia familiar e nacional, com o consumo interno e, cada vez mais, as exportações. O vinho tem sido desde há muito um bom embaixador de Portugal no mundo, conhecido e apreciado nos lugares mais inesperados.<br />
Beneficiando da crescente divulgação deste produto, um novo tipo de turismo tem vindo a crescer – o enoturismo –, convidando a conhecer processos e locais de produção, a degustar vários e diversos produtos, enfim, a “mergulhar” no ambiente ancestral e romântico que rodeia a vinha e o vinho. A Itinerante associa-se e acrescenta a este conceito o da Natureza, aproveitando a bela paisagem vinícola, trabalhada e muitas vezes modelada pela mão do homem.<br />
Por quintas centenárias, caves repletas, vinhas com história, levamos o leitor caminheiro numa viagem “vitinerante”, associada ao turismo de natureza, que ele quererá de certeza repetir para sentir, in loco, todos os sabores, aromas e vistas com que aqui lhe abrimos o apetite. São 6 os percursos pedestres que apresentamos, cinco deles em grandes regiões de produção de vinhos de Portugal e um micro-trilho em Gaia, onde estão as principais adegas do vinho do Porto.<br />
O leitor Itinerante poderá ainda conhecer um pouco da história da vinho e do vinho em Portugal e a curiosa aliança deste tema com a filatelia. À conversa com a figura incontornável da gastronomia e enologia em Portugal – José Bento dos Santos – ficará a saber um pouco mais sobre o potencial do nosso país e formas de o divulgar.<br />
Poderá ainda “provar” (e chorar por mais) alguns dos petiscos na nossa rota, como, por exemplo, a Bola de Lamego, os rebuçados da Régua, as ferreirinhas, as régulas, para além de diversos outros acepipes.<br />
Mais uma edição da revista, para usar e juntar à sua coleção Itinerante de temas com trilhos!&#8221;</p>
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		<title>Green Trekker: Novo parceiro Itinerante</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Apr 2013 15:49:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itinerante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://www.greentrekker.pt/" target="_blank""><img src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2013/04/Logo_GreenTrekker.jpg" alt="Logo_GreenTrekker" title="Logo_GreenTrekker" width="121" height="61" class="alignright size-full wp-image-3206" /></a>A Green Trekker nasceu do sonho e vontade de partilhar com os seus clientes a paixão pela natureza e todas as experiências que ela proporciona e oferece. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.greentrekker.pt/" target="_blank"><img src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2013/04/Logo_GreenTrekker.jpg" alt="Logo_GreenTrekker" title="Logo_GreenTrekker" width="121" height="61" class="alignright size-full wp-image-3206" /></a>A Green Trekker nasceu do sonho e vontade de partilhar com os seus clientes a paixão pela natureza e todas as experiências que ela proporciona e oferece. Procuram ser uma fonte de oportunidades para aqueles que pretendem enriquecer as suas vidas com momentos únicos, inesquecíveis e inspiradores.<br />
A Green Trekker tem como missão a partilha de experiências em ambientes naturais, remotos e únicos, procurando dar, a quem os procura, a oportunidade de se aventurar por montanhas, vales e planícies, cheias de história, misticismo e de rara beleza. A procura incessante pelo desconhecido é um dos pilares, na certeza de que as experiências vividas farão dos clientes Green Trekker e dos seus guias, pessoas melhores e mais completas no seu conhecimento.<br />
O que a Green Trekker tem para oferecer:<br />
Caminhadas GT-percursos diários inferiores a 20Km em zonas como Sintra, Arrábida, Mafra, Montejunto e estuário do Tejo.<br />
Trekking GT -caminhadas que percorrem trilhos remotos e isolados recorrendo a alojamentos (refúgios, albergues e outros) ao longo do percurso ou com pernoita em tendas no caso de trekking em autonomia.<br />
GTCultural-percursos urbanos, com acompanhamento de guia com formação em História de Arte e que percorrem zonas históricas em Lisboa e Sintra.<br />
GTRadical-caminhadas até 20km onde colocamos á prova a sua condição física ao longo de percursos repletos de fortes sensações e adrenalina.<br />
GTFotográfico-caminhadas que proporcionam aos amantes de fotografia o aperfeiçoamento das suas técnicas, em comunhão com a natureza e o acompanhamento de um fotógrafo profissional.<br />
GTPersonalizado-trekking à medida, num local à escolha e na companhia de quem lhe apetecer</p>
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		<title>ADERE: Novo parceiro Itinerante</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Oct 2012 10:48:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itinerante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://www.adere-pg.pt/" target="_Blank"><img src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2012/10/Adere_logo.png" alt="Adere_logo" title="Adere_logo" width="97" height="112" class="alignright size-full wp-image-3177" /></a>
Criada em Fevereiro de 1993, a ADERE- Peneda Gerês é uma entidade privada sem fins lucrativos, que desenvolve a sua actividade nas regiões dos cinco concelhos abrangidos pelo Parque Nacional da Peneda Gerês.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.adere-pg.pt/" target="_blank"><img src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2012/10/Adere_logo.png" alt="Adere_logo" title="Adere_logo" width="97" height="112" class="alignright size-full wp-image-3177" /></a><br />
Criada em Fevereiro de 1993, a ADERE- Peneda Gerês é uma entidade privada sem fins lucrativos, que desenvolve a sua actividade nas regiões dos cinco concelhos abrangidos pelo Parque Nacional da Peneda Gerês.<br />
A sua actuação centra-se no desenvolvimento de projectos financiados pela Comunidade Europeia e pelo Estado Português, com o intuito de contribuir para a melhoria das condições de vida das populações residentes e para a valorização e conservação do Património Natural e Construído.<br />
Com a implementação destes projectos consegue também promover e divulgar as regiões a nível externo, quer junto dos visitantes e turistas que procuram os serviços da Central de Reservas da ADERE Peneda Gerês como através da publicação de anúncios promocionais em jornais regionais e nacionais e da realização e participação em feiras (em Portugal e em Espanha).<br />
Paralelamente desenvolve acções de Formação Profissional para residentes nas Regiões do PNPG (condição preferencial) com a finalidade de dotar os participantes de conhecimentos que lhes permitam melhorar o seu desempenho profissional ou criar novas fontes de rendimento complementares à agricultura.</p>
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		<title>IN LOCO: Novo parceiro Itinerante</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Oct 2012 10:16:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itinerante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://www.in-loco.pt/" target="_blank"><img src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2012/10/InLoco_logo-186x52.jpg" alt="InLoco_logo" title="InLoco_logo" width="186" height="52" class="alignright size-medium wp-image-3164" /></a>
A Associação IN LOCO é uma entidade sem fins lucrativos, criada legalmente em 26 de Agosto de 1988. Entre os muitos projetos já desenvolvidos, destaca-se a <a href="http://www.in-loco.pt/site/index.php?module=ContentExpress&#038;func=display&#038;ceid=43" target="_blank">Rede de Percursos Pedestres de Tavira</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.in-loco.pt/" target="_blank"><img src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2012/10/InLoco_logo-186x52.jpg" alt="InLoco_logo" title="InLoco_logo" width="186" height="52" class="alignright size-medium wp-image-3164" /></a><br />
A Associação IN LOCO é uma entidade sem fins lucrativos, criada legalmente em 26 de Agosto de 1988.<br />
Foi reconhecida em 1991 como associação de desenvolvimento pelo IEFP, acreditada como Entidade Formadora em diversos domínio de intervenção desde 1998, considerada Pessoa Colectiva de Utilidade Pública em 2001 e acreditada como Entidade Gestora de um Centro de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (actualmente designado de Centro Novas Oportunidades) em 2003. </p>
<p>Objectivos estratégicos:<br />
1) Qualificar e valorizar as pessoas e as Organizações<br />
2) Qualificar e valorizar o território de intervenção numa perspectiva de sustentabilidade<br />
3) Promover a cidadania activa e solidária<br />
4) Incentivar e apoiar o empreendedorismo e a iniciativa local<br />
5) Produzir conhecimento de apoio à intervenção </p>
<p>Entre os muitos projetos já desenvolvidos, destaca-se a <a href="http://www.in-loco.pt/site/index.php?module=ContentExpress&#038;func=display&#038;ceid=43" target="_blank">Rede de Percursos Pedestres de Tavira</a>, onde &#8220;Fazer um percurso no território envolvente dos Centros de Descoberta do Mundo Rural de Casas Baixas, Feiteira e Mealha, permite transformar uma simples actividade desportiva, numa constante e surpreendente descoberta de elementos que nos falam das relações entre as sucessivas comunidades e o meio rural.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Seminário: Percursos Verdes e Ecoturismo</title>
		<link>http://itinerante.pt/seminario-percursos-verdes-e-ecoturismo/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Oct 2012 18:05:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itinerante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[Decorreu no passado 25.Set.2012, em Monção, o Seminário "Pecursos Verdes e Ecoturismo: Sustentabilidade e Potencialidades", com a participação de Nuno Gama Nunes, diretor da Revista Itinerante.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Decorreu no passado 25.Set.2012, em Monção, o Seminário &#8220;Pecursos Verdes e Ecoturismo: Sustentabilidade e Potencialidades&#8221;, com a participação de Nuno Gama Nunes, diretor da Revista Itinerante.</p>
<p>O programa do seminário foi o seguinte:</p>
<p>Painel 1 – Desenvolvimento territorial sustentável e vias verdes<br />
- O Plano Nacional de Ecopistas | Luís Manuel Silvestre (REFER)<br />
- Carta Europeia de Turismo Sustentável | Paulo Castro (EUROPARC)</p>
<p>Painel 2 – Dinamização de Percursos e Emprego Verde<br />
- Os Percursos Pedestres Sinalizados: O projecto, a execução e os potenciais usos| Jose Luís Piñeiro (PRAMES – Montanha, Escalada e Senderismo)<br />
- O Programa Espanhol de Vias Verdes e geração de emprego verde| Javier Martín Fernández (FFE)</p>
<p>Painel 3 – Boas práticas de desenvolvimento, gestão e promoção de vias verdes (Estudos de caso)<br />
- Via Verde de la Sierra (Cádiz-Sevilla): o modelo de gestão e promoção | Maria Jiménez (Fundação Via Verde de la Sierra)<br />
- Percursos pedestres na Região do Algarve: Um projecto estruturante para o Interior Algarvio| Artur Gregório (GAL inLOCO)<br />
- Percursos pedestres dos Açores: O modelo de gestão e promoção | Pedro Aruda (Delegação de Turismo dos Açores)</p>
<p>Mesa redonda “ Os percursos verdes: Qual o caminho para a sustentabilidade?”<br />
- As sinergias e potencialidades do Montanhismo e dos percursos pedestres em Portugal | Carlos Gomes (Federação Portuguesa de Montanhismo e Escalada)<br />
- A Sustentabilidade dos Percursos Pedestres: instalação e manutenção | Emanuel de Oliveira (Federação Portuguesa de Montanhismo e Escalada)<br />
- A Importância da Divulgação e do Marketing para a sustentabilidade dos percursos pedestres e vias verdes | Nuno Gama Nunes (Revista Itinerante)<br />
- As vias verdes e percursos pedestres como factor de atracção turística e económica do território | Sónia Almeida (ADERE Peneda Gerês)</p>
<p><a href="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2012/10/logo_CIM_AltoMinho.png"><img src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2012/10/logo_CIM_AltoMinho-186x32.png" alt="logo_CIM_AltoMinho" title="logo_CIM_AltoMinho" width="186" height="32" class="alignright size-medium wp-image-3160" /></a><br />
O seminário foi da responsabilidade da CIM &#8211; Alto Minho</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Em dia de Santiago houve apresentação pública do catálogo &#8220;No Caminho Sob as Estrelas &#8211; Santiago e a Peregrinação a Compostela&#8221;</title>
		<link>http://itinerante.pt/em-dia-de-santiago-houve-apresentacao-publica-do-catalogo-no-caminho-sob-as-estrelas-santiago-e-a-peregrinacao-a-compostela/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Jul 2012 23:41:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itinerante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem, 25 de Julho, dia de Santiago, para todos os que se interessam pelo Caminho de Santiago – e a Itinerante está neste grupo! – foi dia grande. Quatro anos depois da exposição “No Caminho Sob as Estrelas – Santiago e a Peregrinação a Compostela” foi (finalmente!) apresentado o catálogo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<a href='http://itinerante.pt/em-dia-de-santiago-houve-apresentacao-publica-do-catalogo-no-caminho-sob-as-estrelas-santiago-e-a-peregrinacao-a-compostela/sant-cacem_2-2012-07-25/' title='Sant Cacém_2 2012 07 25'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2012/07/Sant-Cacém_2-2012-07-25-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="A mesa: Dra. Isabel Cristina Fernandes, o presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém, Vítor Proença, o bispo de Beja, D. António Vitalino Dantas e o Dr. José António Falcão" title="Sant Cacém_2 2012 07 25" /></a>
<a href='http://itinerante.pt/em-dia-de-santiago-houve-apresentacao-publica-do-catalogo-no-caminho-sob-as-estrelas-santiago-e-a-peregrinacao-a-compostela/picture-010-painel-crop/' title='Picture 010 Painel  Crop'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2012/07/Picture-010-Painel-Crop-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Santiago combatendo os Mouros, (Alto-Relevo, Mestre do Retábulo de Santiago, Ca. 1330)" title="Picture 010 Painel  Crop" /></a>
<a href='http://itinerante.pt/em-dia-de-santiago-houve-apresentacao-publica-do-catalogo-no-caminho-sob-as-estrelas-santiago-e-a-peregrinacao-a-compostela/capa-volume-1layout-1/' title='A capa do catálogo'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2012/07/CapaNoCaminhosobasEstrelas1-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="A capa do catálogo" title="A capa do catálogo" /></a>
Ontem, 25 de Julho, dia de Santiago, para todos os que se interessam pelo Caminho de Santiago – e a Itinerante está neste grupo! – foi dia grande. Quatro anos depois da exposição “No Caminho Sob as Estrelas – Santiago e a Peregrinação a Compostela” foi (finalmente!) apresentado o catálogo. Aconteceu ao final da tarde, no Auditório Municipal António Chainho, em Santiago do Cacém, com sala cheia. Intervieram o presidente da Câmara Municipal, Vítor Proença, a Dra. Isabel Cristina Fernandes, coordenadora do Gabinete de Estudos sobre a Ordem de Santiago, do Município de Palmela, que fez a apresentação da obra, o Dr. José António Falcão, director do Departamento do Património  Histórico e Artístico de Beja, o grande responsável por este projecto e o bispo de Beja, D. António Vitalino Dantas.<br />
É uma obra extraordinária, dois volumes de leitura obrigatória para melhor compreender o Caminho, em terras do Sul. Aproveitámos a oportunidade para conversar com o Dr. José António Falcão, o mentor da obra, grande amigo da Itinerante, já por duas vezes nosso consultor científico; quando abordámos o Caminho Português de Santiago, obviamente! e no nosso último número, dedicado aos Santuários de Portugal.<br />
<strong>O <em>Caminho sob a Estrelas – Santiago e a Peregrinação a Compostela</em>, oferece uma “síntese renovadora” acerca deste itinerário histórico. Que novas pistas são reveladas?</strong><br />
Esta obra faz o primeiro “ponto de situação” sobre o Caminho de Santiago e o culto jacobeu no Alentejo meridional, dentro da panorâmica europeia das peregrinações. Uma coisa é falar-se vagamente acerca da passagem dos peregrinos em direcção a Compostela; outra coisa é documentar esse trânsito a partir de testemunhos concretos. Foi esta a nossa preocupação: criar um instrumento científico. Os estudos relativos aos itinerários jacobeus exigem grande rigor, até pelo seu carácter internacional. Só assim obteremos o reconhecimento do Sul de Portugal como espaço importante nas peregrinações. Trata-se de um resgate histórico. Os peregrinos, esses, começaram a voltar na década de 1990. São os verdadeiros fautores da redescoberta do Caminho. A Diocese de Beja e as autoridades da Galiza, com as quais colaboramos regularmente, seguiram-lhes a peugada.<br />
<strong>Qual é actualmente a atractividade turística das vias jacobeias no território baixo-alentejano e qual a sua disposição geográfica? </strong><br />
O Alentejo constitui uma região deveras atractiva para os peregrinos que procuram a principal mais-valia do Caminho de Santiago: a associação sustentável entre património cultural, natural e religioso. São três vertentes que tornam a região aliciante do ponto de vista de um “touring” qualificado, mesmo para quem bem conhece outras rotas compostelanas. Hoje, o segmento mais frequentado parte do Cabo de S. Vicente e sobe por Odemira, Santiago do Cacém, Grândola e Alcácer do Sal até Landeira. Quem vem do Algarve central usa a velha estrada de Santa Cruz e segue por Almodôvar, Castro Verde e Aljustrel. Entre as vias oriundas da Andaluzia merece destaque a que entra por Serpa, cruza Beja e, ao inflectir para Évora, atravessa Vidigueira e Alvito. Passaram aqui figuras célebres, como Hyeronimus Münzer, embaixador do imperador Maximiliano, em 1494. Outros itinerários (Mértola, Ferreira, Moura ou Sines) ressurgem pouco a pouco.<br />
<strong>E que condições têm para oferecer estes trilhos alternativos, quando comparados com as rotas “clássicas” percorridas por milhões de peregrinos desde vários pontos da Europa?   </strong><br />
Face à sobrelotação do Caminho Francês, onde o excesso de afluência causa constrangimentos, o Caminho Português afirma-se como uma alternativa viável. Possuindo um dos mais altos índices de preservação da Europa, o Alentejo é corredor privilegiado para quem peregrina a pé, de bicicleta, a cavalo ou de barco. Os peregrinos valorizam a liberdade de movimentos e o anonimato. Nos últimos anos, personalidades das casas reais, da política, dos negócios ou da cultura têm percorrido à vontade a nossa região e visitado igrejas e museus, a salvo de “paparazzi”, sem que ninguém os incomode. Em contrapartida, falta uma infra-estrutura de albergues. Estão a ser dados passos para colmatar a lacuna, com a colaboração dos proprietários de alojamentos locais, das Misericórdias, dos Bombeiros e da Ordem de Malta. É preciso que os municípios despertem para o potencial do Caminho em termos de desenvolvimento, já que ele pode ajudar a suster o declínio do interior. O Turismo regional está atento a este potencial; espera-se agora que o Turismo nacional faça o seu papel. E a Itinerante com o número que dedicou ao Caminho de Santiago deu um importante contributo.<br />
<strong>Pensamos que sim&#8230; Finalmente, em jeito de provocação, se tivesse que escolher uma peça que simbolizasse a exposição, o catálogo, o Caminho&#8230; qual escolheria?</strong><br />
É impossível essa escolha&#8230; mas tenho um especial carinho pelo alto-relevo de <em>Santiago combatendo os Mouros</em> da igreja matriz de Santiago do Cacém. É uma obra notável, uma obra-prima da escultura nacional da primeira metade do século XIV.</p>
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		<item>
		<title>E houve apresentação pública da Itinerante nº 7!</title>
		<link>http://itinerante.pt/e-houve-apresentacao-publica-da-itinerante-n%c2%ba-7/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Jul 2012 11:55:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itinerante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[Diz-se que o 7 é o número perfeito!
Há quem diga que a Itinerante é a revista perfeita!
Por isso, decidimos que seria às 7 da tarde, do dia 7 do 7 a apresentação pública da Itinerante nº 7. 7 trilhos à volta de 7 Santuários de Portugal.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<a href='http://itinerante.pt/e-houve-apresentacao-publica-da-itinerante-n%c2%ba-7/dsc_0005/' title='DSC_0005'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2012/07/DSC_0005-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Apresentando e vendendo a Itinerante!" title="DSC_0005" /></a>
<a href='http://itinerante.pt/e-houve-apresentacao-publica-da-itinerante-n%c2%ba-7/dsc_0008/' title='DSC_0008'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2012/07/DSC_0008-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Conversando..." title="DSC_0008" /></a>
<a href='http://itinerante.pt/e-houve-apresentacao-publica-da-itinerante-n%c2%ba-7/dsc_0021/' title='DSC_0021'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2012/07/DSC_0021-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Conversando..." title="DSC_0021" /></a>
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<a href='http://itinerante.pt/e-houve-apresentacao-publica-da-itinerante-n%c2%ba-7/dsc_0044/' title='DSC_0044'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2012/07/DSC_0044-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Observando... É Convento de Avessadas!" title="DSC_0044" /></a>
<a href='http://itinerante.pt/e-houve-apresentacao-publica-da-itinerante-n%c2%ba-7/dsc_0108-2/' title='DSC_0108'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2012/07/DSC_0108-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="A assistência ouvindo..." title="DSC_0108" /></a>
<a href='http://itinerante.pt/e-houve-apresentacao-publica-da-itinerante-n%c2%ba-7/dsc_0082/' title='DSC_0082'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2012/07/DSC_0082-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="A assistência aplaudindo..." title="DSC_0082" /></a>
<a href='http://itinerante.pt/e-houve-apresentacao-publica-da-itinerante-n%c2%ba-7/dsc_0070/' title='DSC_0070'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2012/07/DSC_0070-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Padre Sezinando Alberto apresentando o &quot;seu&quot; Cristo Rei" title="DSC_0070" /></a>
<a href='http://itinerante.pt/e-houve-apresentacao-publica-da-itinerante-n%c2%ba-7/dsc_0117/' title='DSC_0117'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2012/07/DSC_0117-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Ana Nunes apresentando a &quot;sua&quot; Lapa..." title="DSC_0117" /></a>
<a href='http://itinerante.pt/e-houve-apresentacao-publica-da-itinerante-n%c2%ba-7/dsc_0078/' title='DSC_0078'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2012/07/DSC_0078-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="José Constantino Costa apresentando o &quot;seu&quot; CONHECER..." title="DSC_0078" /></a>
<a href='http://itinerante.pt/e-houve-apresentacao-publica-da-itinerante-n%c2%ba-7/dsc_0130/' title='DSC_0130'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2012/07/DSC_0130-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Nuno Gama Nunes apresentando o &quot;seu&quot; CAMINHAR..." title="DSC_0130" /></a>
<a href='http://itinerante.pt/e-houve-apresentacao-publica-da-itinerante-n%c2%ba-7/dsc_0145/' title='DSC_0145'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2012/07/DSC_0145-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Carlos José Vaz apresentando o &quot;seu&quot; CONVIVER..." title="DSC_0145" /></a>
Diz-se que o 7 é o número perfeito!<br />
Há quem diga que a Itinerante é a revista perfeita!<br />
Por isso, decidimos que seria às 7 da tarde, do dia 7 do 7 a apresentação pública da Itinerante nº 7. 7 trilhos à volta de 7 Santuários de Portugal.<br />
Correu bem. Correu mesmo muito bem!<br />
Os nossos agradecimentos ao Santuário do Cristo Rei e ao seu reitor, padre Sezinando Alberto, pelo espaço disponibilizado e pelos maravilhosos salgadinhos; ao Santuário da Lapa, ao seu reitor, padre José Amorim e à Ana Nunes pelo seu entusiasmo, pelos queijinhos, pelo pão alvo da Lapa e pelo Terras do Demo. O espumante perfeito! Ao Santuário de Avessadas e ao seu reitor, padre Agostinho Leal, mesmo ausente, presenteou-nos com um vinho verde&#8230; perfeito! À Rita Ferrinho, da Pastelaria Capote, da Costa da Caparica, pelos claudinos e garibaldis; a sobremesa perfeita!<br />
Por tudo isto e pelos <em>Amigos Itinerantes</em> presentes (e ausentes) que, com o seu entusiasmo, são um incentivo a continuarmos com este projecto talvez se possa dizer que foi a apresentação perfeita!</p>
<p>PS &#8211; Já se trabalha para que a apresentação do próximo número aconteça no dia 11 do 11! Apenas a coincidência de &#8220;casar&#8221; novamente o dia com o mês, ou haverá outras razões que a razão conhece&#8230;</p>
<p>                                                                          <em>Fotos de Bernardo Batalha Reis</em></p>
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		<title>Ilha do Pico: Senhor Bom Jesus Milagroso. Símbolo da diáspora açoriana</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Jun 2012 17:40:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itinerante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conhecer]]></category>
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		<description><![CDATA[Estou maravilhado com a beleza do Pico! É a primeira vez que aqui venho e estou impressionado! Por muitas imagens que se tenha visto, por muito que se tenha lido nada consegue descrever a sensação de estar defronte da montanha do Pico. É imponente! E é mesmo uma montanha “alta”...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<a href='http://itinerante.pt/ilha-do-pico-senhor-bom-jesus-milagroso-simbolo-da-diaspora-acoriana/pico1-2/' title='pico1'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2012/06/pico11-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="pico1" /></a>
<a href='http://itinerante.pt/ilha-do-pico-senhor-bom-jesus-milagroso-simbolo-da-diaspora-acoriana/pico-3/' title='Pico'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2012/06/Pico-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Pico" /></a>
Estou maravilhado com a beleza do Pico! É a primeira vez que aqui venho e estou impressionado! Por muitas imagens que se tenha visto, por muito que se tenha lido nada consegue descrever a sensação de estar defronte da montanha do Pico. É imponente! E é mesmo uma montanha “alta”&#8230; Desde que entrei no barco, no porto da Horta, há uns quinze minutos, já lhe tirei mais de vinte fotografias&#8230; É fotogénica sem dúvida! São aquelas nuvens que a cortam quase a meio que nos atrai. Vitorino Nemésio chamou-lhe “céu de algodão sujo”&#8230; Tinha razão. O cume parece suspenso no céu. Nemésio também dizia que a Horta era “um camarote de frente para aquele palco de todo o ano”. No barco sinto que estou na 2.ª plateia mas o palco mantém a grandiosidade e os nossos olhos não se desviam na expectativa de ver entrar os atores. Aguardemos&#8230; O dia está primaveril mas receio tempo invernoso à nossa espera no porto da Madalena. Aproximam-se umas nuvens bem escuras. Há quem diga que, nos Açores, as quatro estações acontecem num só dia. É o que parece estar para acontecer hoje.<br />
Não choveu à nossa chegada. As nuvens, assim como chegaram, partiram: depressa! Quem nos esperava era o Padre Marco Martinho, reitor do Santuário Diocesano do Senhor Bom Jesus Milagroso, situado a 15km da Madalena, na freguesia de S. Mateus. Este ano de 2012 é ano de festa para o Santuário: comemoram-se 150 anos de início do culto ao Senhor Bom Jesus Milagroso e 50 anos da elevação da Igreja Paroquial de São Mateus a Santuário. Venha até cá. Vale a pena e, já agora, se puder, faça-o no dia 6 de agosto, o dia da romaria e junte-se aos milhares de romeiros que de todos os cantos da ilha e das outras ilhas açorianas, sobretudo as do Grupo Central, aqui vêm. A romaria do Senhor Bom Jesus Milagroso é a mais importante romaria deste grupo de ilhas.<br />
Quem também marca forte presença na romaria são os emigrantes açorianos. Muitos aproveitam o seu mês tradicional de férias para aqui virem dar graças por estarem de regresso à sua terra amada e fazer votos para, daí a um ano, voltarem. E há motivos para esta relação tão próxima. Na opinião do Padre José Carlos Simplício, antigo pároco de S. Mateus, publicada num pequeno artigo, a devoção ao Senhor Bom Jesus Milagroso “será talvez a que mais andou nos vaivéns da emigração portuguesa”. Tudo começou com emigrantes nortenhos a levarem a representação do Cristo doloroso – Senhor Ecce-Homo ou Senhor da Cana Verde – para o Brasil, onde se difundiu assumindo o título de Senhor Bom Jesus. Foi na vila costeira de Iguape, no estado de São Paulo, que Francisco Ferreira Goulart, um imigrante natural de S. Mateus, se tornou devoto e decidiu, no regresso à ilha, em 1862, adquirir a escultura para a oferecer à sua paróquia de nascimento.<br />
Rapidamente o culto se espalhou; a outras paróquias da ilha do Pico, a outras ilhas do arquipélago, aos Estados Unidos da América – tanto na costa leste, em New Bedford e Newport, como na longínqua Califórnia, onde é mais sentida a presença de imigrantes açorianos idos dos grupos central e ocidental – e ao Canadá, na zona de Ontário.<br />
Extraordinário percurso: do norte de Portugal para o Brasil, daí para a ilha do Pico e daqui para outras ilhas açorianas e para o continente americano! O culto ao Senhor Bom Jesus Milagroso extravasa fronteiras; não é um culto local, é um culto que liga o Pico ao Mundo; basta que aí esteja um picoense.</p>
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		<title>Em Terras do Demo há uma Lapa com lenda, história e fé!</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Jun 2012 17:39:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itinerante</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Chegámos! Está frio! De Viseu aqui, 50 quilómetros de estrada simpática, o termómetro do carro foi marcando o nosso desconforto: passou dos 22º para os 13º. E ainda é só hora de almoço, como será à noite? O céu está cinzento; não augura nada de bom...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<a href='http://itinerante.pt/em-terras-do-demo-ha-uma-lapa-com-lenda-historia-e-fe/lapa_3/' title='Lapa_3'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2012/06/Lapa_3-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Lapa_3" /></a>
<a href='http://itinerante.pt/em-terras-do-demo-ha-uma-lapa-com-lenda-historia-e-fe/lapa_2/' title='Lapa_2'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2012/06/Lapa_2-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Lapa_2" /></a>
<a href='http://itinerante.pt/em-terras-do-demo-ha-uma-lapa-com-lenda-historia-e-fe/lapa1/' title='lapa1'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2012/06/lapa1-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="lapa1" /></a>
Chegámos! Está frio! De Viseu aqui, 50 quilómetros de estrada simpática, o termómetro do carro foi marcando o nosso desconforto: passou dos 22º para os 13º. E ainda é só hora de almoço, como será à noite? O céu está cinzento; não augura nada de bom&#8230;<br />
Aqui são nove meses de inverno e três de Inferno, diz a sabedoria popular. Este tempo ajuda à especulação! Talvez tenha sido numa fria manhã de inverno, no já longínquo ano de 1498, que a pastorinha Joana, para fugir à intempérie, se refugiou naquela gruta e aí encontrou a imagem que passou a tratar como se uma boneca fosse. A mãe, quando descobriu a imagem, furiosa, atirou-a para o lume e, nesse momento, o impensável aconteceu! Joana que era muda de nascença, enquanto tirava a imagem do lume – nem uma chamuscadela – falou: “Minha mãe! Que fizesteis vós a Nossa Senhora!” Milagre! E depois começou a vir gente e mais gente atraída pela história da pastorinha Joana e da Senhora da Lapa. E construiu-se uma pequena ermida. “Depois da descoberta da imagem, tudo o que aqui se passa é reflexo do que vai acontecendo no país!” diz-nos Ana Nunes, gestora turística do Santuário. São os Descobrimentos, “basta pensar no ex-voto do sardão testemunho dos tempos do Oriente”, os Jesuítas, “o Colégio, na primeira metade do século XVIII, foi ponto de encontro para os mancebos que queriam ingressar na Ordem, que daqui seguiam para a Universidade, em Coimbra, e depois partiam missionários.” Depois, em 1759, o Marquês de Pombal expulsou os Jesuítas e o Colégio fechou. Ana Nunes conta o que se seguiu: “Santuário e Colégio passaram para as mãos do Governo até que, em 1793, D. Maria I os doou ao Bispo de Lamego. O Colégio reabriu em 1892, fechando definitivamente em 1910, com a implantação da República. Foi-se degradando até que, em 1994, o atual reitor, Pe. José Alves Amorim, decidiu restaurá-lo para ser utilizado como apoio aos peregrinos.”<br />
 E o Santuário? “A construção do Santuário teve início no século XVI e acabou no século XVII; os azulejos que revestem as paredes interiores são dessa época.” No interior do Santuário há vários altares com cenas bíblicas e há a zona dos penedos. Impressiona! Sentimo-nos esmagados perante tal imponência. Logo aí, está o mais antigo altar do Santuário, dedicado ao Menino Jesus da Lapa. Entre-se na gruta e admire-se a beleza da Imagem da Senhora da Lapa. “É linda, não é?” É mesmo! E agora? “Agora é tempo de passar entre os penedos, na quelhinha!” Há um receio&#8230; Será que&#8230; arrisco? E se&#8230; Aqui vou eu! Um pequeno jeito e já estou do outro lado. Não custou nada. Talvez por não ter pecados&#8230; Ainda falta ver o presépio do século XVIII, o altar da Senhora da Boa Morte e descobrir a vieira, símbolo do Caminho de Santiago, na Casa do Peso. Mas o Caminho de Santiago passava por aqui? “Passava e passa. No tempo dos jesuítas, Santiago de Compostela e Lapa eram dois dos mais importantes centros de peregrinação na Península. Por isso, muitos peregrinos, vindos do interior, passavam aqui. Curiosamente, nestes últimos anos, têm aparecido peregrinos, sobretudo alemães e nórdicos a caminho de Compostela. Chamam-lhe a Via Lusitana do Caminho de Santiago!”<br />
Saímos do Santuário. O sol apareceu para animar o final da tarde. Continua a estar muito frio. E o futuro? “Continuar a trabalhar para tornar ainda mais agradável a visita ao Santuário” é o principal desejo de Ana Nunes, mas há um grande projeto em curso: “reabilitar as rotas que, nos séculos XVII e XVIII, traziam aqui peregrinos vindos dos concelhos limítrofes.” Ora aqui está um projeto a merecer conhecimento. Por isso, venha até cá! Embrenhe-se por trilhos seculares e seja um peregrino da Lapa – Caminhos de Fé.</p>
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		<title>Cristo Rei, com Lisboa e o Tejo a seus pés</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Jun 2012 17:39:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itinerante</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Revista 7]]></category>

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		<description><![CDATA[Garanto: o Cristo Rei, em Almada, é o local ideal para admirar a beleza de Lisboa. E não é nada difícil cá chegar. Do centro de Almada, a pé, de transporte público ou em veículo próprio, dez, quinze minutos depois de partir, estamos a entrar no Santuário de Cristo Rei, com Lisboa a nossos pés. São os carros na Ponte sobre o Tejo, os cacilheiros no rio, é a azáfama de uma grande cidade desfrutada de um local bem sossegado, que nos transmite paz.]]></description>
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<a href='http://itinerante.pt/cristo-rei-com-lisboa-e-o-tejo-a-seus-pes/r07t5480_poi_a/' title='R07T5480_POI_A'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2012/06/R07T5480_POI_A-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="R07T5480_POI_A" /></a>
<a href='http://itinerante.pt/cristo-rei-com-lisboa-e-o-tejo-a-seus-pes/r07t5480_poi_a_1/' title='R07T5480_POI_A_1'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2012/06/R07T5480_POI_A_1-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="R07T5480_POI_A_1" /></a>
Garanto: o Cristo Rei, em Almada, é o local ideal para admirar a beleza de Lisboa. E não é nada difícil cá chegar. Do centro de Almada, a pé, de transporte público ou em veículo próprio, dez, quinze minutos depois de partir, estamos a entrar no Santuário de Cristo Rei, com Lisboa a nossos pés. São os carros na Ponte sobre o Tejo, os cacilheiros no rio, é a azáfama de uma grande cidade desfrutada de um local bem sossegado, que nos transmite paz.<br />
Foi em outubro de 1934, durante uma viagem ao Brasil, que o então Cardeal Patriarca de Lisboa D. Manuel Gonçalves Cerejeira, perante a beleza do Cristo Rei do Corcovado, idealizou Lisboa também ela abraçada por Cristo Rei. O início da 2.ª Grande Guerra deu novo alento ao projeto: a 20 de abril de 1940, em Fátima, os bispos reunidos no seu retiro anual, formularam um voto: “Se Portugal for preservado da Guerra, erguer-se-á sobre Lisboa um monumento ao Sagrado Coração de Jesus, sinal visível de como Deus, através do Amor, deseja conquistar para si toda a Humanidade.”<br />
Portugal não participou na guerra e a 18 de janeiro de 1946, cerca de um ano após o seu final, o episcopado português, na Pastoral Coletiva, declara, formalmente a sua intenção de erguer o monumento a Cristo Rei. A campanha de angariação de fundos intensifica-se a partir dessa data e, com maior ou menor morosidade, as diversas etapas vão-se sucedendo até à inauguração que aconteceu a 17 de maio de 1959, presenciada, segundo relatos da época, por 300.000 pessoas!<br />
Depois disso muitas têm sido as obras realizadas no Santuário. Segundo o Padre Sezinando Alberto, atual Reitor do Santuário, “as obras que têm sido feitas no santuário, na linha do que foi a preocupação dos anteriores reitores, têm como principal objetivo a criação de melhores condições para os peregrinos e visitantes”. Por isso, “a Câmara Municipal de Almada fez um estudo do enquadramento estratégico do santuário na cidade, com o objetivo de valorizar e qualificar esta zona na perspetiva do turismo em geral e da motivação religiosa em particular, propondo também alterações ao Plano Diretor Municipal permitindo a construção de diversos equipamentos”, nomeadamente, uma pousada para peregrinos, uma esplanada para grandes celebrações e uma nova igreja com capacidade para 1.000 pessoas. Desse plano faz também parte a requalificação da frente ribeirinha o que irá permitir a marcação de caminhos pedonais para acesso ao santuário, pela encosta do Tejo. Para nós, caminheiros itinerantes, esta é uma excelente notícia, mais um motivo para visitar o Cristo Rei e nos deleitarmos com a vista surpreendente que daqui se tem sobre Lisboa e o Tejo.</p>
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