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		<title>Parceria com GeoPT</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 12:43:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itinerante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[A Itinerante tem um novo parceiro: o GeoPT, um portal dedicado ao Geocaching e Desporto Aventura.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2012/01/geopt_full_color.png"><img src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2012/01/geopt_full_color.png" title="geopt_full_color" width="94" height="34" class="size-full wp-image-2539" /></a><br />
A Itinerante tem um novo parceiro: o GeoPT, um portal dedicado ao Geocaching e Desporto Aventura.</p>
<p><a href="http://www.geopt.org/" target="_blank">www.geopt.org</a> foi lançado em Abril de 2010 e rapidamente se tornou no site português de referência da actividade, reunindo em seu torno cerca de 2600 utilizadores registados. Estima-se que mais de 5.000 utilizadores o consultem regularmente de forma anónima.</p>
<p>O dinamismo e empreendedorismo com que é gerido, tem sido a chave do sucesso para esta rápida ascensão. A Geopt.TV, os Prémios GPS, a 1ª Corrida de Trackables, o Torneio de Futebol Super Mini-Liga Geopt, o Geocacher da Década, o Out of The Box, os passatempos de Fotografia, as Estatísticas sobre Geocaching são alguns dos projectos de referência do portal, contando este com mais de meio milhão de média de visita mensais.<br />
Novos projectos estão preparados para 2012, com o objectivo de captar novos utilizadores desta actividade que se encontra em franca expansão, não só em Portugal, como um pouco por todo o Mundo.</p>
<p>Algumas estatísticas de Pageviews do site:<br />
Outubro 2010 &#8211; 194 862 | Outubro 2011 &#8211; 484 654<br />
Novembro 2010 &#8211; 241 141 | Novembro 2011 &#8211; 537 392<br />
Dezembro 2010 &#8211; 180 304 | Dezembro de 2011 &#8211; 531 588</p>
<p>O Geopt tem cerca de 9 000 visitantes únicos por mês.</p>
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		<title>Apresentação no MAEDS em Setúbal</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 16:38:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itinerante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[Decorreu no MAEDS a apresentação da revista Itinerante nº 5 - Por Trilhos das 7 Maravilhas Naturais de Portugal.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Decorreu no MAEDS &#8211; Museu de Arqueologia e Etnografia do Distrito de Setúbal, no passado dia 1 de Julho, a apresentação da revista Itinerante nº 5 &#8211; Por Trilhos das 7 Maravilhas Naturais de Portugal.<br />
Esta apresentação decorreu com intervenções de:<br />
- Joaquina Soares &#8211; Directora do MAEDS<br />
- Nuno David &#8211; Perito Agrónomo e Artista Plástico<br />
- Ricardo Soares &#8211; Arqueólogo<br />
- José Constantino Costa &#8211; Presidente da Itinerante, Crl.<br />
- Nuno Gama Nunes &#8211; Director da revista Itinerante<br />

<a href='http://itinerante.pt/apresentacao-no-maeds-em-setubal/foto1/' title='Foto1'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2011/07/Foto1-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Foto1" /></a>
<a href='http://itinerante.pt/apresentacao-no-maeds-em-setubal/foto2/' title='Foto2'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2011/07/Foto2-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Foto2" /></a>
<a href='http://itinerante.pt/apresentacao-no-maeds-em-setubal/foto3/' title='Foto3'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2011/07/Foto3-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Foto3" /></a>
<a href='http://itinerante.pt/apresentacao-no-maeds-em-setubal/foto4/' title='Foto4'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2011/07/Foto4-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Foto4" /></a>
<a href='http://itinerante.pt/apresentacao-no-maeds-em-setubal/foto5/' title='Foto5'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2011/07/Foto5-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Foto5" /></a>
<a href='http://itinerante.pt/apresentacao-no-maeds-em-setubal/foto6/' title='Foto6'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2011/07/Foto6-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Foto6" /></a>
<a href='http://itinerante.pt/apresentacao-no-maeds-em-setubal/foto7/' title='Foto7'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2011/07/Foto7-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Foto7" /></a>
<a href='http://itinerante.pt/apresentacao-no-maeds-em-setubal/foto8/' title='Foto8'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2011/07/Foto8-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Foto8" /></a>
<a href='http://itinerante.pt/apresentacao-no-maeds-em-setubal/foto9/' title='Foto9'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2011/07/Foto9-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Foto9" /></a>
<a href='http://itinerante.pt/apresentacao-no-maeds-em-setubal/foto10/' title='Foto10'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2011/07/Foto10-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Foto10" /></a>
</p>
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		<title>Fotos nos trilhos Itinerante: Os Vencedores</title>
		<link>http://itinerante.pt/fotos-nos-trilhos-itinerante-os-vencedores/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 16:50:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itinerante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[Já há vencedores do Concurso de Fotografia nos trilhos Itinerante]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<a href='http://itinerante.pt/fotos-nos-trilhos-itinerante-os-vencedores/revista-itinerante_1_lugar_concurso_fotos/' title='1º Lugar'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2011/07/Revista-Itinerante_1_lugar_concurso_fotos-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="1º lugar: Micro-trilho Ericeira" title="1º Lugar" /></a>
<a href='http://itinerante.pt/fotos-nos-trilhos-itinerante-os-vencedores/revista-itinerante_2_lugar_concurso_fotos/' title='2º lugar'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2011/07/Revista-Itinerante_2_lugar_concurso_fotos-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="2º lugar: Trilho de Lisboa" title="2º lugar" /></a>
<a href='http://itinerante.pt/fotos-nos-trilhos-itinerante-os-vencedores/revista-itinerante_3_lugar_concurso_fotos/' title='3º lugar'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2011/07/Revista-Itinerante_3_lugar_concurso_fotos-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="3º lugar: Trilho GR30-Loures" title="3º lugar" /></a>
<br />
Já há vencedores do Concurso de Fotografia nos trilhos Itinerante:<br />
1º lugar: Inês Duarte, com fotografia do micro-trilho da Ericeira, revista Itinerante nº 4, &#8220;Por trilhos da República&#8221;<br />
2º lugar: Ana Cláudia Rosário, com fotografia do trilho de Lisboa, revista Itinerante nº 4, &#8220;Por trilhos da República&#8221;<br />
3º lugar: Rui Ribeiro, com fotografia do trilho GR30_loures, revista Itinerante nº especial 2010, &#8220;Por trilhos das Linhas de Torres Vedras&#8221;</p>
<p>Muitos parabéns aos vencedores!</p>
<p>Recordamos que o primeiro prémio é a participação gratuita num dos Workshops que a <a href="http://www.foto-nature.com" target="_blank">Fotonature</a> vai realizar neste mês de Julho (à escolha entre <em>Fotografia de Viagem</em>, <em>Paisagem Natural Nocturna</em> e <em>Nocturno Urbano</em>) e publicação da foto ganhadora na próxima revista Itinerante, acompanhada das fotos ganhadoras do 2º e 3º lugares do concurso.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Concurso: Fotografia nos trilhos Itinerante</title>
		<link>http://itinerante.pt/fotografia-nos-trilhos-itinerante/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 May 2011 21:45:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itinerante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[Mostre o que vale e fotografe num dos maravilhosos trilhos Itinerante. Envie-nos a(s) sua(s) fotografia(s) até <strong>20 de Junho</strong> e ganhe o prémio a dia 30.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mostre o que vale e fotografe num dos maravilhosos trilhos Itinerante. Envie-nos a(s) sua(s) fotografia(s) até <strong>20 de Junho</strong> e ganhe o prémio a dia 30.</p>
<p>Como participar:<br />
Vá a<a href=" http://itinerante.pt/caminhar/?lang=pt" target="_blank"> http://itinerante.pt/caminhar/?lang=pt</a> , escolha os trilhos e fotografe-os. Envie-nos a(s) melhor(es) fotografia(s) com o nome do trilho, o seu nome e autorização de publicação da fotografia, sem direito a qualquer remuneração. A fotografia será publicada no Facebook da Itinerante, para ser votada. Poderá concorrer com 3 fotografias, no máximo.</p>
<p>Critérios de selecção:<br />
- A fotografia tem de ser tirada num dos trilhos Itinerante apresentados no site;<br />
- A fotografia que tiver mais “Gostos” no dia 30, ganha de imediato.</p>
<p>1º Prémio: Um dos Workshops que a <a href="http://www.foto-nature.com" target="_blank">Fotonature</a> vai realizar no próximo mês de Julho (à escolha entre <em>Fotografia de Viagem</em>, <em>Paisagem Natural Nocturna</em> e <em>Nocturno Urbano</em>) e publicação da foto ganhadora no site e na Revista Itinerante<br />
2º e 3º Prémios: Publicação das fotos no site e na Revista Itinerante</p>
<p>Regulamento:<br />
- Os participantes terão que enviar a(s) fotografia(s) em alta resolução até <strong>20 de Junho</strong> para <span style="text-decoration: underline;">concursos@itinerante.pt</span>;<br />
- Deverão enviar, juntamente com a fotografia, uma declaração a autorizar a publicação da mesma na Internet e na revista Itinerante;<br />
- A fase de votação será de 10 a 30 de Junho;<br />
- Os vencedores serão seleccionados de acordo com o nº de “Gostos” que as fotografias obtenham na página Itinerante do Facebook;<br />
- Cada participante poderá concorrer com 3 fotografias, no máximo;<br />
- As fotografias terão de ser tiradas num dos trilhos Itinerante disponíveis no site <a href="http://itinerante.pt/caminhar/?lang=pt" target="_blank">http://itinerante.pt/caminhar/?lang=pt</a>;<br />
- A(s) fotografia(s) enviada(s) deverá ter o nome do fotógrafo e o nome do trilho;</p>
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		<item>
		<title>Grutas de Mira de Aire &#8211; À descoberta do mundo subterrâneo</title>
		<link>http://itinerante.pt/grutas-de-mira-de-aire-a-descoberta-do-mundo-subterraneo/</link>
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		<pubDate>Sun, 15 May 2011 23:34:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itinerante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conhecer]]></category>
		<category><![CDATA[Revista 5]]></category>

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		<description><![CDATA[O ano de 1947 ia sequeiro. Pouco tinha chovido no Inverno e os poços e as cisternas estavam quase secos. Era preciso descobrir água. Alguém se lembrou que no sítio dos Moinhos Velhos, em Mira de Aire, uma coluna de vapor de água e ar quente saía de uma fenda, nos dias frios. Talvez... Nada melhor que verificar!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<a href='http://itinerante.pt/grutas-de-mira-de-aire-a-descoberta-do-mundo-subterraneo/_lfr5143/' title='_LFR5143'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2011/05/LFR5143-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="_LFR5143" /></a>
<a href='http://itinerante.pt/grutas-de-mira-de-aire-a-descoberta-do-mundo-subterraneo/_lfr5145/' title='_LFR5145'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2011/05/LFR5145-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="_LFR5145" /></a>
O ano de 1947 ia sequeiro. Pouco tinha chovido no Inverno e os poços e as cisternas estavam quase secos. Era preciso descobrir água. Alguém se lembrou que no sítio dos Moinhos Velhos, em Mira de Aire, uma coluna de vapor de água e ar quente saía de uma fenda, nos dias frios. Talvez&#8230; Nada melhor que verificar!<br />
No dia 27 de Julho de 1947, quatro homens da vila – Ernesto Morais, Manuel Zé “da Tia”, Manuel “Trouxa” e Jaime Caetano – decidem aventurar-se. Desobstruem a fenda, entram pelo algar, lançam cordas, descem até uma pequena galeria e&#8230; ficam deslumbrados perante tanta beleza. Estavam certamente longe de pensar que tinham descoberto um dos locais que, actualmente, mais turistas atrai em Portugal: desde 1974, ano da inauguração ao público, até aos nossos dias, as Grutas de Mira de Aire já receberam mais de 6 milhões de visitantes!<br />
As Grutas de Mira de Aire, com 11 quilómetros de extensão, dos quais apenas 600 metros são visitáveis, situam-se em plena zona centro de Portugal, uma região muito rica neste tipo de património. Fazem parte integrante do Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros, em pleno maciço calcário estremenho e foram formadas há mais de 150 milhões de anos, na Idade Média Jurássica, numa altura em que os dinossáurios habitavam a região.<br />
Visitar as Grutas é descobrir um mundo fantástico, feito de estalactites e estalagmites, por entre salas, galerias e cursos de água, como a Sala Vermelha, a Sala Grande, a Joalharia, o Rio Negro e o Grande Lago, desafiando a imaginação do visitante com nomes bem sugestivos: a Alforreca, o Marciano, a Boca do Inferno&#8230;<br />
As Grutas de Mira de Aire estão historicamente associadas à fundação da espeleologia portuguesa, e a sua complexa rede subterrânea atrai permanentemente os especialistas que continuam, regularmente, a realizar novas investigações e descobertas.<br />
As Grutas de Mira de Aire são umas das 7 Maravilhas Naturais de Portugal. Não deixe de as visitar. Elas são a Capital do Mundo Subterrâneo português.</p>
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		<title>Portinho da al-rábita – um santuário natural</title>
		<link>http://itinerante.pt/portinho-da-al-rabita-%e2%80%93-um-santuario-natural/</link>
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		<pubDate>Sun, 15 May 2011 10:46:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itinerante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conhecer]]></category>
		<category><![CDATA[Revista 5]]></category>

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		<description><![CDATA[No coração do invulgar monumento geológico conhecido por “Serra da Arrábida”, definida pelo Oceano e pelos grandes rios do Sul, o Tejo e o Sado, surge a enseada do Portinho da Arrábida, adornada pela cénica Pedra da Anicha]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<a href='http://itinerante.pt/portinho-da-al-rabita-%e2%80%93-um-santuario-natural/arrabida1/' title='arrabida1'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2011/05/arrabida1-75x75.gif" class="attachment-thumbnail" alt="" title="arrabida1" /></a>
<a href='http://itinerante.pt/portinho-da-al-rabita-%e2%80%93-um-santuario-natural/parrab_foto-5-a-fenda/' title='PArrab_Foto 5 - A Fenda'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2011/05/PArrab_Foto-5-A-Fenda-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="PArrab_Foto 5 - A Fenda" /></a>
<a href='http://itinerante.pt/portinho-da-al-rabita-%e2%80%93-um-santuario-natural/parrab_foto-6-arqueologia-na-gruta-do-medica/' title='PArrab_Foto 6 - Arqueologia na Gruta do Médica'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2011/05/PArrab_Foto-6-Arqueologia-na-Gruta-do-Médica-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="PArrab_Foto 6 - Arqueologia na Gruta do Médica" /></a>
<em>Texto e Fotografias de: RICARDO SOARES</em></p>
<p>No coração do invulgar monumento geológico conhecido por “Serra da Arrábida”, definida pelo Oceano e pelos grandes rios do Sul, o Tejo e o Sado, surge a enseada do Portinho da Arrábida, adornada pela cénica Pedra da Anicha. Este recanto revela-se como uma genuína “rapsódia” da Arrábida, consagrando um pouco de tudo o que esta montanha significa e tem para partilhar: o seu património geológico, ambiental e cultural, nomeadamente histórico-arqueológico e mágico-religioso.<br />
Desde os primeiros homens da Pré-história Antiga, até aos nossos dias, o Portinho da Arrábida tem vindo a registar uma ininterrupta sequência de ocupação, particularmente evidente nas suas grutas e abrigos. Estes recantos naturais, abertos por acção natural no ventre da Terra, revelam-se como as primeiras opções de refúgio, culto aos mortos e retiro espiritual; claras manifestações de um íntimo passado de coexistência entre a força natural da Serra e a espiritualidade dos seus ocupantes, uma carga de misticismo natural explorada desde a Pré-História até aos dias de hoje.<br />
O “culto das grutas” aparenta ter continuidade numa curiosa iconografia naturalista, bem patente na arquitectura e arte do Convento da Arrábida, manifestando-se na criação de grutas artificiais forradas com conchas; em várias guaridas, algumas erigidas sobre cavidades; e na ornamentação de nascentes de cariz salutífero.<br />
Vaidosa musa de poetas, a Arrábida de Frei Agostinho da Cruz e de Sebastião da Gama, pousa intemporal para quem quiser sentir e viver a sua natural espiritualidade.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Formosa, a ria</title>
		<link>http://itinerante.pt/formosa-a-ria/</link>
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		<pubDate>Sun, 15 May 2011 09:57:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itinerante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conhecer]]></category>
		<category><![CDATA[Revista 5]]></category>

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		<description><![CDATA[Traduzir a Ria Formosa em palavras não é possível. 
Analítica e objectivamente, abrangendo os concelhos de Loulé, Faro, Olhão, Tavira e Vila Real de Santo António, são aproximadamente 16.000 hectares de água, praia, sapal, tecido urbano, tecido agrícola e matas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<a href='http://itinerante.pt/formosa-a-ria/formosa-1/' title='formosa-1'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2011/05/formosa-1-75x75.gif" class="attachment-thumbnail" alt="" title="formosa-1" /></a>
<a href='http://itinerante.pt/formosa-a-ria/formosa-2/' title='formosa-2'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2011/05/formosa-2-75x75.gif" class="attachment-thumbnail" alt="" title="formosa-2" /></a>
<a href='http://itinerante.pt/formosa-a-ria/formosa-3/' title='formosa-3'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2011/05/formosa-3-75x75.gif" class="attachment-thumbnail" alt="" title="formosa-3" /></a>
<a href='http://itinerante.pt/formosa-a-ria/formosa-4/' title='formosa-4'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2011/05/formosa-4-75x75.gif" class="attachment-thumbnail" alt="" title="formosa-4" /></a>
<a href='http://itinerante.pt/formosa-a-ria/formosa-5/' title='formosa-5'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2011/05/formosa-5-75x75.gif" class="attachment-thumbnail" alt="" title="formosa-5" /></a>
<a href='http://itinerante.pt/formosa-a-ria/formosa-6/' title='formosa-6'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2011/05/formosa-6-75x75.gif" class="attachment-thumbnail" alt="" title="formosa-6" /></a>
<a href='http://itinerante.pt/formosa-a-ria/formosa-7/' title='formosa-7'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2011/05/formosa-7-75x75.gif" class="attachment-thumbnail" alt="" title="formosa-7" /></a>
<em>Texto e Fotografias de: GONÇALO DUARTE GOMES</em></p>
<p>Traduzir a Ria Formosa em palavras não é possível.<br />
Analítica e objectivamente, abrangendo os concelhos de Loulé, Faro, Olhão, Tavira e Vila Real de Santo António, são aproximadamente 16.000 hectares de água, praia, sapal, tecido urbano, tecido agrícola e matas, espalhados ao longo de uma frente terrestre de 48 km, paralelamente à qual se desenvolvem 57 km de frente marítima, constituída por duas Penínsulas (Ancão e Cacela) e cinco Ilhas-Barreira (Barreta, Culatra, Armona, Tavira e Cabanas), numa frente marítima interrompida por seis barras, duas delas artificialmente fixadas, permanecendo as restantes móveis, num quadro de perpétua, e por vezes violenta, dinâmica costeira.</p>
<p>A MAIS LONGA DAS VIAGENS INICIA-SE COM UM PEQUENO PASSO (LAO-TSÉ)<br />
O encontro com a Ria Formosa é pessoal e intransmissível. Faz-se através de corpo e alma.<br />
Mesmo que sozinhos, ao percorrer os trilhos que atravessam o mosaico de paisagens que a compõe, em qualquer uma das Quatro Estações, descobrimos que a Ria Formosa não nos deixa sós, pois é mais do que a mera soma das suas partes. É uma presença, um espírito telúrico que se nota mas não se impõe, que não se sente especificamente, mas que nos acompanha, que se sabe que está lá.<br />
É, no mesmo instante, terra, mar, gente, alma.<br />
Estamos em casa, mas ao mesmo tempo somos convidados. Como uma amiga leal, presenteia-nos na medida do respeito que por ela demonstramos. De nós depende o que dela retiramos. Em retribuição do nosso cuidado para com o delicado equilíbrio que visitamos, não deixando mais do que pegadas e não trazendo mais do que fotografias, descobrimos que a Ria é fiel depositária de boas recordações.<br />
Traduzir a Ria Formosa em palavras não é possível.<br />
Só mesmo visitando.</p>
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		<title>Parque Nacional da Peneda Gerês: Maravilha natural</title>
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		<pubDate>Sun, 15 May 2011 09:27:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itinerante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conhecer]]></category>
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		<description><![CDATA[O Parque Nacional da Peneda Gerês é uma das 7 Maravilhas Naturais de Portugal. Venceu a categoria Zonas Protegidas. Prémio justo]]></description>
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<a href='http://itinerante.pt/parque-nacional-da-peneda-geres-maravilha-natural/geres2/' title='geres2'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2011/05/geres2-75x75.gif" class="attachment-thumbnail" alt="" title="geres2" /></a>
<a href='http://itinerante.pt/parque-nacional-da-peneda-geres-maravilha-natural/geres3/' title='geres3'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2011/05/geres3-75x75.gif" class="attachment-thumbnail" alt="" title="geres3" /></a>
<a href='http://itinerante.pt/parque-nacional-da-peneda-geres-maravilha-natural/gers4/' title='gers4'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2011/05/gers4-75x75.gif" class="attachment-thumbnail" alt="" title="gers4" /></a>
<em>Por: JOAQUIM CRACEL VIANA, Presidente da Câmara Municipal de Terras de Bouro.<br />
Fotografias: Município de Terras de Bouro.</em></p>
<p>O Parque Nacional da Peneda Gerês é uma das 7 Maravilhas Naturais de Portugal. Venceu a categoria Zonas Protegidas. Prémio justo.<br />
Este Parque é a única área protegida portuguesa que possui a categoria de Parque Nacional, o nível mais elevado de classificação das áreas protegidas, totalizando uma área de 70 290ha.<br />
Engloba sítios de diferente riqueza natural nos quais importa preservar a biodiversidade dos habitats endémicos. Um desses sítios – a Mata de Albergaria – é uma das reservas naturais mais importantes do Parque Nacional da Peneda-Gerês e das maiores atracções naturais de Portugal, pela rara e impressionante beleza paisagística, pelo valor ecológico e variedade de fauna e flora.<br />
A serra do Gerês é uma área natural protegida, inserida no Parque Nacional da Peneda Gerês, cujo principal agente natural modelador é a água. Nela avultam cascatas, lagoas, miradouros, fauna e flora endémica, aspectos geológicos e geomorfológicos que, interligados numa autenticidade espontânea e natural, lhe conferem um estatuto privilegiado.<br />
Acrescentam-se a este património natural e ecológico os locais que proporcionam a observação das várias paisagens da serra do Gerês. Os Serviços florestais, que se estabeleceram no Gerês em 1888, foram os senhores desta serra e efectuaram plantações que contribuíram para o embelezamento dos espaços e edificaram um conjunto de construções cujo valor é inegável, como caminhos florestais, pontes, aquedutos, casas dos guardas e outros sítios que ainda hoje dão nome à serra: a ponte do rio Arado e os miradouros da Pedra Bela, Junceda, Boneca, Mirante Velho e Mirante Novo e Fraga Negra. </p>
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		<title>Ilha da Madeira: pérola do Atlântico!</title>
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		<pubDate>Sun, 15 May 2011 09:06:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itinerante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conhecer]]></category>
		<category><![CDATA[Revista 5]]></category>

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		<description><![CDATA[Não se sabe quem foi o primeiro homem a avistar esta ilha perdida no Oceano Atlântico... Provavelmente um navegador da antiguidade surpreendido por alguma tempestade ou por um vento mais traiçoeiro! Também não há certezas quanto à data em que os Portugueses chegaram]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<a href='http://itinerante.pt/ilha-da-madeira-perola-do-atlantico/madeirira-1copy/' title='madeirira 1copy'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2011/05/madeirira-1copy-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="madeirira 1copy" /></a>
<a href='http://itinerante.pt/ilha-da-madeira-perola-do-atlantico/madeira-2y/' title='Madeira 2y'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2011/05/Madeira-2y-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Madeira 2y" /></a>
<a href='http://itinerante.pt/ilha-da-madeira-perola-do-atlantico/madeira-3/' title='Madeira 3'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2011/05/Madeira-3-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Madeira 3" /></a>
Não se sabe quem foi o primeiro homem a avistar esta ilha perdida no Oceano Atlântico&#8230; Provavelmente um navegador da antiguidade surpreendido por alguma tempestade ou por um vento mais traiçoeiro! Também não há certezas quanto à data em que os Portugueses chegaram. Sabe-se, e isso sim é certo, que João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira, ao serviço do infante D. Henrique, provavelmente em 1418, desembarcaram em Porto Santo e que depois se aventuraram a descobrir aquela mancha escura que se via lá ao longe.<br />
E encontraram uma paisagem deslumbrante, luxuriante&#8230; Montanhas a cair a pique sobre o mar, vales recolhidos entre altas serranias, densa, muito densa, vegetação, árvores e mais árvores entrelaçadas umas nas outras, algumas nunca antes vistas&#8230;<br />
Hoje, alguns séculos passados, a ilha da Madeira está muito diferente. Continua a ser uma terra de sonho mas já não tem somente meia dúzia de povoadores; tem perto de 250.000 habitantes, conhecidos pela sua simpatia, amor à terra e um prazer enorme em bem receber a visita anual de um milhão de turistas que, de todos os cantos do Mundo, vêm à procura do clima temperado, do sol constante, do mar azul, de locais únicos e inesquecíveis.<br />
Subir ao Monte e descer nos carros de cesto, ir a Cabo Girão sentir o infinito do mar, descobrir Curral de Freiras lá longe, como se de casinhas de bonecas se tratasse, passear entre as casas de colmo de Santana, dar um mergulho nas piscinas naturais de Porto Moniz, ir do Pico do Areeiro ao Pico Ruivo, beber uma poncha ou saborear uma espetada são alguns dos momentos inesquecíveis que podemos passar nesses locais.<br />
Outro local único é a Floresta Laurissilva. É considerada, desde 1999, Património Natural Mundial da UNESCO e está classificada como Reserva Biogenética do Conselho da Europa.<br />
Constituída por árvores e arbustos de folhas planas, fetos, musgos, líquenes e outras plantas de pequeno porte, muitas delas endémicas, esta floresta integra o Parque Natural da Madeira e encontra-se, sobretudo, na costa norte da ilha, no concelho de São Vicente. Na costa sul, onde mais se fez sentir a intervenção humana, a mancha de Laurissilva está circunscrita a alguns locais. A sua origem remonta ao Período Miocénio e Pliocénio da Época Terciária, há cerca de 20 milhões de anos.<br />
Vá à Madeira e embrenhe-se na Floresta Laurissilva. Vai ficar maravilhado! A sua importância, beleza e raridade fez com que os portugueses a nomeassem, na categoria Florestas e Matas, MARAVILHA NATURAL de Portugal.</p>
<p><strong>As Levadas, um extraordinário sistema de irrigação</strong><br />
Quando, no século XVI, os madeirenses começaram a cultivar cana-de-açúcar, bananeiras e vinha, na zona sul da ilha, o problema da falta de água era complicado de resolver. E tanta que havia na parte norte da ilha&#8230; Como a aproveitar? Só havia uma hipótese: criar um sistema de irrigação que permitisse fazer o “transporte” da água do norte para o sul. E assim nasceram as famosas Levadas que, com os seus 1500km de canais e 50km de túneis, atravessam a ilha de uma ponta a outra.<br />
Quem caminha pelas Levadas – seguramente a melhor forma de se conhecer o interior da ilha – não pode deixar de pensar na coragem e determinação dos homens que as construíram. Montanhas rasgadas e túneis escavados bastas vezes apenas com recurso a ferramentas quase rudimentares. Gente digna de todos os encómios!<br />
Um conselho: não se aventure sozinho pelas Levadas. Algumas são muito, mesmo muito “complicadas”. Há na ilha da Madeira guias especializados em Levadas, que o ajudarão a tornar o seu passeio mais seguro e interessante. Bom passeio!</p>
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		<title>Pico (Açores) &#8211; Uma montanha única</title>
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		<pubDate>Sun, 15 May 2011 09:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itinerante</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Imagine uma ilha com 447 quilómetros quadrados, com uma montanha alta, bem alta, campos carregados de vinha, muita vinha e mar, muito mar à volta... Não precisa imaginar! Essa ilha existe: é a ilha do Pico]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<a href='http://itinerante.pt/pico-acores-uma-montanha-unica/pico1copy/' title='pico1copy'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2011/05/pico1copy-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="pico1copy" /></a>
<a href='http://itinerante.pt/pico-acores-uma-montanha-unica/pico3/' title='pico3'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2011/05/pico3-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="pico3" /></a>
<a href='http://itinerante.pt/pico-acores-uma-montanha-unica/pico2/' title='pico2'><img width="75" height="75" src="http://itinerante.pt/wp-content/uploads/2011/05/pico2-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="pico2" /></a>
Imagine uma ilha com 447 quilómetros quadrados, com uma montanha alta, bem alta, campos carregados de vinha, muita vinha e mar, muito mar à volta&#8230; Não precisa imaginar! Essa ilha existe: é a ilha do Pico, a segunda maior ilha do Arquipélago dos Açores e que, juntamente com as ilhas do Faial, São Jorge, Graciosa e Terceira, faz parte daquilo que comummente se chama o grupo central.<br />
Os primeiros povoadores, vindos sobretudo do norte de Portugal, chegaram ao Pico por volta de 1460 e dedicaram-se à cultura do trigo. Algum tempo mais tarde chegaram ao Pico as primeiras cepas de verdelho com as quais começaram a cultivar a vinha.<br />
A ilha, de origem vulcânica – a primeira erupção aconteceu há cerca de 40.000 anos e a última em 1720, estando todos os vulcões dados como extintos, actualmente –, obrigou a um árduo trabalho de transformação dos campos de lava em vinhedos.<br />
As características específicas do solo, a que se associam condições climatéricas ímpares, tornaram o vinho, nos séculos XVII, XVIII e inícios de XIX, a principal actividade económica da ilha. O vinho produzido era de tão excepcional qualidade que ganhou fama em todo o mundo: era bebido na corte inglesa e à mesa dos czares. Até Leão Tolstoi, em “Guerra e Paz”, lhe faz referência.<br />
Mas, em meados do século XIX, veio a filoxera e o célebre verdelho desapareceu. Restaram pequenas parcelas, de fabrico caseiro, para consumo local. Só que, há uns anos atrás, um grupo de agricultores decidiu criar a Cooperativa Vitivinícola da Ilha do Pico e, tal como no passado, voltou a cultivar as vinhas nas pequenas quadrículas formadas por muros de pedra basáltica, junto ao mar, nas fendas das rochas, produzindo um vinho licoroso que hoje toma o nome de Lajido, legítimo herdeiro do velho verdelho.<br />
A Paisagem da Cultura da Vinha da Ilha do Pico é, desde 2004, um sítio classificado pela UNESCO e pode apreciá-la ao iniciar a sua subida à montanha.</p>
<p>Com os seus 2351 metros, a montanha do Pico é o ponto mais alto de Portugal e o seu formato cónico é sinal evidente da origem vulcânica da ilha. A beleza da cratera central ou Pico Grande, com cerca de 700m de diâmetro, é de cortar a respiração. Numa das extremidades da cratera está o Piquinho ou Pico Pequeno, um cone vulcânico que se eleva 70m acima da orla da cratera de onde emanam colunas de fumo. Este é o ponto mais alto da montanha. É complicada esta subida final mas, se estiver um dia de céu limpo compreenderá o que é a imensidão do mar e vai conseguir avistar as restantes ilhas do grupo central. É por tudo isto que se diz que o Pico é, provavelmente, um dos mais belos vulcões do Mundo.<br />
Subir ao Pico continua a ser um dos principais objectivos de quem vai à ilha. Por isso, se sente que está em boas condições físicas – são “só” cinco quilómetros, mas são muito exigentes – ponha-se a caminho. Assegure-se de que as condições meteorológicas o permitem e vá acompanhado de um guia. Eles são o garante de que a sua subida será um sucesso e um prazer.<br />
Os portugueses reconhecem a beleza e monumentalidade da montanha do Pico; a Paisagem Vulcânica da Ilha do Pico foi eleita, na categoria Grandes Relevos, Maravilha Natural de Portugal. Aventure-se!</p>
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