- Editor: ?? | Lisboa - Vista tomada de Cacilhas (n.º 7124)
- Editor: Officinas do Commércio do Porto | Portugal - (Rio Tejo) - Farol de Cacilhas
- Editor: Cómer (Lisboa) | Cacilhas (n.º 933)
- Foto de Anabela Luís | Divisão de Informação e Relações Públicas da Câmara Municipal de Almada
- Foto de Anabela Luís | Divisão de Informação e Relações Públicas da Câmara Municipal de Almada
- Foto de Anabela Luís | Divisão de Informação e Relações Públicas da Câmara Municipal de Almada
- Foto de Anabela Luís | Divisão de Informação e Relações Públicas da Câmara Municipal de Almada
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O farol entrou em funcionamento a 15 de Janeiro de 1886 e durante quase um século manteve-se em actividade. Composto por uma torre cilíndrica de ferro, com 12m de altura só esteve apagado enquanto decorreu a I Grande Guerra Mundial.
Em 1957 o farol foi electrificado e esteve em actividade até 18 de Maio de 1978. A necessidade de construir um novo terminal de passageiros e a perda de importância na ajuda à navegação justificaram a sua extinção.
Nesse mesmo dia foi desmantelado e deslocado para a Ponta do Queimado, na freguesia da Serreta, na ilha Terceira, para substituir o farol que aí existia, destruído por um violento sismo.
A modernização dos sistemas de sinalização marítima tornaram-no, também aí, obsoleto e, a pedido da Câmara Municipal de Almada, a Marinha Portuguesa concordou no regresso da estrutura metálica ao seu local de origem, correspondendo assim aos desejos da população local.
PRINCIPAIS DATAS
31.DEZ.1885 – Um aviso aos navegantes dá conta da entrada em funcionamento de um farol no Pontal de Cacilhas, com o objectivo de delimitar o limite sul da zona de fundeadouro. O farol consistia numa torre cilíndrica vermelha de 12 metros de altura e 1,7 de diâmetro, emitindo uma luz fixa branca num sector de 342º, com um alcance nominal de 11,5 milhas.
18.MAI.1886 – Instalado sinal sonoro constituído por um sino e um aparelho de relojoaria.
01.JAN.1905 – Colocado um dispositivo destinado a encobrir a lanterna durante cinco segundos por minuto, conferindo-lhe uma característica que o distinguisse das luzes de alguns paquetes que frequentavam o Tejo.
1918 – Foi desligado devido à 1ª Guerra Mundial.
01.MAR.1927 – Passa a funcionar a gás acetileno e válvula solar. Foram-lhe colocados painéis de plástico azul que lhe conferiram uma luz verde a fim de estar conforme o estabelecido para as luzes de portos pela Comissão Internacional de Farolagem, à qual a Direcção de Faróis recentemente se associara.
26.JAN.1931 – Instalado um sinal sonoro pneumático em substituição do Sino e aparelho de relojoaria, que foram cedidos ao Instituto de Socorros a Náufragos para instalação na Praia da Ericeira servindo de chamamento dos pescadores em situação de nevoeiro.
01.MAR.1957 – O farol foi electrificado, sendo ligado à rede pública e instalada uma lâmpada de 500 W, passando a emitir um relâmpago verde de 0,3 segundos seguido de uma ocultação de um segundo, com um alcance de 17 milhas.
18.MAI.1978 – Extinguido por falta de utilidade para o navegante e por motivo das obras de construção do novo Terminal de Passageiros de Cacilhas. É desmantelado e segue para os Açores, para a freguesia da Serreta, na Ilha Terceira (Açores).
29.DEZ.1983 – Demolição do antigo farol da Serreta, parcialmente destruído por um sismo, e instalação da torre metálica e lanterna do extinto Farol de Cacilhas.
12.MAI.1986 – Concluída a instalação do novo farol, ficando a funcionar com lâmpada de 12V 50W, alimentada com painéis fotovoltaicos e baterias, que lhe garante um alcance de 21 milhas.
18.JUL.2009 – O antigo Farol de Cacilhas volta ao seu lugar…
(com o apoio da Divisão de Informação e Relações Públicas da Câmara Municipal de Almada)








Muito interessante… vou fazer ali bem perto um jantar de aniversário, no restaurante O Farol de Cacilhas, esperamos todos poder “beber” destas fantásticas imagens!!!
um abraço
José Pereira