Quando passamos a porta de guarda-vento, a surpresa é arrebatadora! Ao som de fado somos acolhidos por um espaço, com um alto pé-direito, composto por várias salas de dimensão variável, em cujas paredes podemos encontrar um sem número de fotografias com vistas de Tavira e do Algarve, antigas e actuais, e de artefactos representativos da tradição e cultura portuguesas. Um pátio (daí o nome!) com uma vista magnífica sobre a cidade, que não tivemos oportunidade de usufruir, completa o conjunto.
E a surpresa continua pela variedade e inovação das opões que nos são apresentadas na ementa. Nas entradas experimentámos um chévre gratinado com mel, presunto ibérico e pasta de fígado caseira. Nos peixes, a escolha recaiu sobre umas suculentas lulinhas algarvias, que se apresentam na frigideira onde são confeccionadas. Nas carnes, provámos uma espetada de novilho com gambas de uma textura soberba.
Mas da farta lista constam ainda muitas especialidades da cozinha regional algarvia merecedoras de degustação que, com toda a certeza, constituirão uma boa escolha.
As sobremesas e a carta de vinhos complementam a rigor.
O serviço é despretensioso e muito simpático.
Aconselha-se a reserva de mesa.


