Conhecer

A vida de Santiago

Tiago (Jacobus, Iago, Jacques) foi um dos primeiros seguidores de Jesus Cristo.

ver mais »

A Igreja Matriz de Santiago do Cacém

Quando for a Santiago do Cacém não perca a oportunidade de visitar a Igreja Matriz!

ver mais »

Portalegre e Elvas no Caminho de Santiago - A opinião de Margarida Garcez Ventura

Na Idade Média, Portalegre e Elvas, na altura, duas pequenas vilas do norte alentejano, também faziam parte do Caminho de Santiago.

ver mais »

Promontorium Sacrum – Santiago, Menires, Deuses à solta e São Vicente

O extremo sudoeste peninsular, promontório finisterra majestoso e solitário, foi desde tempos imemoriais palco de veneração religiosa e mística, guardando nos dias de hoje múltiplos vestígios desse rico historial.

ver mais »

LOCI IACOBI: O Alentejo como ponto de partida rumo a Santiago de Compostela

Nos últimos anos o crescente interesse pelo Caminho de Santiago tem levado à redescoberta de segmentos do Caminho, outrora famosos e que estavam esquecidos.

ver mais »

Fazer-se à estrada: Um estudo sobre as motivações dos peregrinos a Fátima e a Santiago de Compostela

O que leva todos os anos centenas de milhares de peregrinos a percorrer a pé os caminhos de Santiago de Compostela e de Fátima?

ver mais »

À conversa com Frei Bento Domingues

Frei Bento Domingues, o.p., nasceu no Minho, em 1934 e é, actualmente, uma das vozes mais respeitadas e escutadas quando o tema é a Igreja Católica portuguesa. Foi difícil conciliarmos agendas mas valeu a pena…

ver mais »

TESTEMUNHO – Fazer o Caminho cansa o Corpo mas descansa a Mente…

Às 7 e meia da manhã, do dia 3 de junho de 2010, em Valença do Minho começou a nossa jornada pelo Caminho Português que nos levou até Santiago de Compostela.

ver mais »

As Invasões Francesas em Fonte Coberta (Condeixa-a-Nova) segundo algumas fontes escritas e a tradição - A opinião de Fernando Carreira de Abreu

No dia 13 de Março de 1811, Massena aquartelou em Fonte Coberta tendo por companheiros alguns membros do seu Estado-Maior, a amante e cinquenta e cinco soldados. Foi conturbada a passagem; pelo menos é o que nos contam algumas fontes escritas e a tradição

ver mais »

Faróis do Mundo

Os faróis são fascinantes. Haverá alguém que nunca tenha fotografado um farol? Pouco provável! Partilhe connosco as suas fotografias a faróis. Vamos “construir” o Álbum dos Faróis ITINERANTE!

ver mais »

Farol de Cacilhas, de regresso a casa…

18 de Julho de 2009. O antigo Farol de Cacilhas, que esteve junto ao cais fluvial entre 1886 e 1978, voltou a casa…

ver mais »

Farol de Alexandria, o GPS da Antiguidade

O primeiro farol de que há memória já não existe, mas a sua grandeza nunca será esquecida. Foi no longínquo ano 280 a.C. que foi construído o Farol de Alexandria.

ver mais »

Farol da Ponta do Pargo: Um farol numa planície sobre o mar

Gosto de faróis! Em especial, gosto do Farol da Ponta do Pargo!

ver mais »

À conversa com Joaquim Boiça

Está um final de tarde chuvoso. Estou num bar, na praia da Torre, perto de Oeiras e aguardo a chegada de Joaquim Boiça. Aí está ele. Um aperto de mão vigoroso, um sorriso sempre rasgado no rosto e uma vontade enorme de falar sobre faróis.

ver mais »

A Génese da Sinalização Marítima

Desde os primórdios da humanidade que os cursos de água, os rios e os lagos exerceram sobre o homem uma grande atracção mas também temor perante o desconhecido.

ver mais »

Do mar para terra e de terra para o mar

Conversámos com Fátima Santos, filha de faroleiro, que viveu no farol de Vila Real de Santo António até aos 20 anos. Falámos também com Manuel Seabra e Melo e Mário Silva que, entre os dois, andaram embarcados mais de meio século.

ver mais »

Faroleiro Martins dixit

- Fui militar na armada e sempre tive o bichinho do mar. Vi nos faróis a possibilidade de continuar próximo do mar e de estar com a minha família.

ver mais »

O pequeno grande mundo dos faróis e dos faroleiros

Sandra Santos, responsável pelo Farol Museu de Santa Marta, diz que há em Portugal “um desconhecimento geral” sobre faróis e faroleiros. “O Farol Museu é uma excelente oportunidade para as pessoas contactarem com essa realidade”, adianta.

ver mais »

Faróis: Guardiões do Mar dos Açores

Nos Açores os faróis são relativamente recentes; o da Ponta do Arnel, em São Miguel, foi o primeiro a ser construído, em 1876, com a época áurea de construção a acontecer entre 1908 e 1927.

ver mais »

Assim rezam as lendas…

Muitos dos sítios que, graças à luz dos faróis, são naturais recortes de costa, embora agrestes e perigosos quando o mar está revolto, eram, antes da existência daqueles, locais tenebrosos, alimento por excelência de mentes mais imaginativas.

ver mais »

Um mar repleto de histórias e… naufrágios

A extensa costa nacional carrega uma imensidão de história nas profundezas do mar.. Foram muitos os barcos e as vidas que se perderam nas águas portuguesas.

ver mais »

A linguagem dos faróis

Na era da tecnologia, do GPS e do piloto automático, os faróis podem parecer obsoletos mas não é o que acontece; eles continuam a ser preciosos na ajuda que prestam aos navios. E continuam a ser fascinantes!

ver mais »

Sinais humanos que salvavam vidas

Na Ericeira, uma pequena vila piscatória localizada a 35 quilómetros de Lisboa, até aos anos 90 do século passado, os pescadores podiam contar com a ajuda de um sinaleiro da entrada no porto.

ver mais »

A efémera glória de Marcos Portugal

O compositor Marcos Portugal (1762-1830), actualmente um nome quase desconhecido dos portugueses, era, no início do século XIX, um músico famoso.

ver mais »

A lata dos franceses… e dos ingleses também!

Os tempos de guerra são tempos de inovação. Custa que assim seja mas, como já alguém disse, o medo e o desespero são, à sua maneira, poderosos desbloqueadores do desenvolvimento. As guerras Napoleónicas são disso exemplo.

ver mais »

A propósito de Napoleão – Uma crónica de Berlim - A opinião de José Constantino Costa

Estou em Berlim, pela primeira vez, e estou impressionado com a sua monumentalidade. Gosto particularmente da Porta de Brandeburgo, que já existia em 1806, ano em que Napoleão por aqui passou.

ver mais »

FOGO À PEÇA!! Vivendo a história das Linhas de Torres com um Guia-Intérprete - A opinião de Marco António Noivo

Os sentidos vão sendo despertados desde o primeiro instante em que entramos no forte e olhamos o vale à frente, e os outros montes, qual muralha, à esquerda e à direita da nossa posição.

ver mais »

O cavalo de desporto e as Linhas de Torres Vedras. A propósito do Raid das Linhas de Torres Vedras - A opinião de Miguel de Vasconcellos Guisado

No dia 20 de Março de 2010, mais um Raid Hípico vai acontecer. Marque já na sua agenda! É um sábado. Dê uma saltada, por exemplo, até à Serra do Socorro. Aprecie a paisagem e a beleza dos cavalos e pense que há duzentos anos atrás eles também andavam por aqui em arriscadas missões de guerra!

ver mais »

Soldado Português de Infantaria do Regimento de Caçadores 6

Este regimento teve origem no Batalhão de Caçadores do Porto – organizado por ordem da Junta Provisional do Supremo Governo do Reino, no Porto, a 12 de Junho de 1808 – que, pela reorganização de 28 de Outubro de 1808 foi incorporado no Exército com a designação de Batalhão de Caçadores 6.

ver mais »

(Mais) Testemunhos a propósito das Invasões Francesas…

Por quase todo o país há relatos da devastação e das atrocidades praticadas pelas tropas beligerantes durante as Invasões Francesas, mas é nas povoações próximas das «Linhas de Torres Vedras» que os testemunhos são mais vivos, resultado de ser uma das regiões mais afectadas pela passagem e permanência das tropas francesas e inglesas.

ver mais »

Invasões Francesas – na génese do Portugal Contemporâneo

No início do século XIX toda a Europa estava em guerra. As duas grandes potências europeias lutavam pela hegemonia do Velho Continente: a França dominava em terra, a Inglaterra era senhora dos mares.

ver mais »

A Guerra Peninsular – o que a memória (e não só…) guardou!

As histórias transmitidas de pais para filhos sobre os horrores da invasão de Portugal pelos exércitos napoleónicos, não esquecendo a permanência prolongada dos exércitos britânicos, chegaram até nós. Na sua esmagadora maioria falam de resistência, emboscadas, conspirações, fuzilamentos, assaltos a quintas.

ver mais »

À conversa com Maria Zulmira Castanheira

A Prof.ª Zulmira Castanheira coordena actualmente o Pólo de Lisboa do CETAPS, Centre for English, Translation and Anglo-Portuguese Studies, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Conversámos com ela sobre a visão britânica do que foram as invasões francesas em Portugal.

ver mais »

Por terras saloias

Muitos são os pontos de interesse que podemos admirar ao passear pelos seis municípios por onde se estendem as Linhas de Torres – Arruda dos Vinhos, Loures, Mafra, Sobral de Monte Agraço, Torres Vedras e Vila Franca de Xira. Além de detentores da herança colectiva que são os redutos militares, estes concelhos têm um património natural e arquitectónico diversificado a merecer visita.

ver mais »

Visitar os Campos de Batalha - A opinião de António Ventura

Invasões Francesas – expressão utilizada em Portugal – Guerra Peninsular – a mais generalizada, principalmente no mundo anglo-saxónico, mas também entre nós – e Guerra da Independência – em Espanha. Três nomes para um mesmo processo.

ver mais »

Palavras leva-as o vento…

Algumas das expressões que usamos no nosso dia-a-dia têm origem em situações e acontecimentos que ocorreram durante as Invasões Francesas.

ver mais »

As Invasões Francesas na Estatuária

Por todo o país, em especial nas regiões onde elas mais se fizeram sentir, há monumentos evocativos das invasões francesas. Destacam-se, pela sua grandiosidade, beleza e carga emocional as estátuas de Lisboa e do Porto.

ver mais »

O burro e as Linhas de Torres Vedras

Os soldados de Massena avançam desgastados descendo do Buçaco para as Linhas de Torres em direcção à desejada Lisboa. O terreno acidentado e as condições atmosféricas não ajudam.

ver mais »

As Linhas de Torres Vedras - A opinião de Alex Ellis

As Linhas de Torres Vedras são um monumento à visão, à determinação e à cooperação. Resultam da visão de um homem e do trabalho de um povo. O homem é Arthur Wellesley, o povo é o povo português. As Linhas são uma obra conjunta e uma obra bem feita.

ver mais »

Comunicar nas Linhas de Torres

As Linhas de Torres, com os seus 100km de extensão, exigiam um sistema de comunicações célere e eficaz. Por isso, Wellington assegurou a vinda de marinheiros ingleses exímios na utilização de telegrafia óptica por meio de balões.

ver mais »

Últimos comentários em Conhecer