Apesar de incipiente, foi esta a génese da sinalização marítima e da segurança da navegação. Esta sinalização decorria dos interesses e necessidades específicos e era utilizável apenas pelos conhecedores dos diversos locais e do significado das marcas.
As marcas começaram então a apresentar formatos e características diferenciadas de acordo com a sua posição relativa nos canais de navegação. Mais tarde, quando as marcas começaram a dispor de fonte luminosa, passaram a apresentar uma luz fixa mas que facilmente se confundia com as luzes situadas em terra ou a bordo de embarcações. Gradualmente essas luzes passaram a apresentar algum critério na sua colocação; era fundamental saber como distinguir uma marca de outra e conhecer qual a sequência correcta de passagem pelas marcas. Conferir características distintas aos diversos faróis contribuiu decisivamente para a segurança da navegação.
Presentemente, apesar da enorme e variada disponibilidade de ajudas electrónicas à navegação, a luz de um farol ainda transmite aos navegantes um sentimento de segurança, uma sensação de conforto e, muitas vezes, uma esperança no meio de uma tempestade.
(Colaboração da Direcção de Faróis)
Versão completa na Revista ITINERANTE n.º 2




Muitos parabéns! Está fantástico este número. Acho-o ainda mais interessante que o anterior… É uma agradável surpresa descobrir tantas histórias à volta dos faróis.
Mais uma maravilhosa revista que me chegou à caixa de correio!
Gostei muito! A fasquia está bem alta! Parabéns!
Que revista fantástica! Os dois temas escolhidos para estes dois primeiros números foram muito apelativos e bem trabalhados o que faz aumentar a expectativa para o próximo tema, a saber, os Caminhos de Santiago, de que sou fã apesar de não ser caminhante… Bom grafismo e uma fotografia lindíssima, ao nível das melhores publicações internacionais.
Muitos parabéns e mantenham o excelente trabalho.
Jorge Marreiros
Oeiras